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Com ações iniciadas em 2019, uma das maiores distribuidoras de resinas plásticas do Brasil tem plano estratégico ambicioso até 2025

A Activas Resinas Termoplásticas, uma das maiores distribuidoras e com o maior portfólio de resinas plásticas do país, está intensificando as ações internas e externas com o objetivo de adotar de forma crescente as práticas de gestão segundo o modelo ESG, sigla usada para se referir às melhores práticas ambientais, sociais e de governança. Essa preocupação faz parte da agenda da empresa desde antes do termo se popularizar entre outras empresas do setor de distribuição de resinas plásticas.

A Activas tem investido de forma consistente, desde 2019, na evolução do seu modelo de gestão de forma a atender às demandas da sociedade, aliando suas diretrizes comerciais e operacionais às melhores práticas de Sustentabilidade. A empresa tem planos ambiciosos nessa área até 2025.

“Temos investido muito em diversas frentes para o aperfeiçoamento do nosso modelo de gestão, como a implantação de um Conselho de Administração, além da busca por padrões reconhecidos de qualidade na forma como trabalhamos”, afirma Laercio Gonçalves, fundador e CEO da empresa.  “Desde o início das nossas atividades, trinta anos atrás, busco trazer inovações disruptivas para o negócio. Mesmo sendo uma empresa de capital fechado, a criação do Conselho e a adoção das melhores práticas do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC), são iniciativas que fazem parte dessa cultura inovadora”, completa.

Fernanda Boldo, Gerente de Marketing e Sustentabilidade e Conselheira Administrativa na activas Brasil

Entre as diversas iniciativas e projetos que dão concretude a esta decisão estratégica e que fazem parte do Planejamento Estratégico da empresa para o intervalo 2020/2025, destacam-se a adoção de práticas para a certificação como uma empresa do Sistema B (BCorp), que reconhece as organizações que adotam o desenvolvimento social e ambiental como modelo de negócio. “A activas formalizou e incorporou em seu Estatuto Social a decisão de se tornar uma empresa B, visando entrar para o seleto grupo de 202 empresas brasileiras e 750 na América Latina que conseguiram esta certificação”, afirma Fernanda Boldo, Diretora de Marketing Comercial e Responsabilidade Social da empresa.

A Activas também trocou a sua frota de 20 caminhões por modelos do padrão Euro 5, mundialmente reconhecidos por sua ecoeficiência, como parte das ações para compensar as emissões de carbono da companhia. Em seu portfólio, incorporou o BIOPCR activas, novo portfolio composto por resinas plásticas sustentáveis, produzidas a partir de reciclados e fontes renováveis. Também com o foco ambiental, conquistou o selo IT Green, pela adoção de práticas que resultam no uso dos recursos tecnológicos da maneira mais ‘limpa’ possível, cuidando para que as atividades de TI não tragam consequências negativas para o meio ambiente. Para o S, de Social, em sua gestão ESG, a empresa está em processo de renovação de seu selo Great Place to Work (GPTW), que avalia e qualifica as melhores empresas nos aspectos da gestão dos seus colaboradores.

“A Activas tem o firme propósito de ser reconhecida como uma empresa que respeita seus stakeholders, contribui com o meio ambiente e cuida dos seus negócios de forma eficiente e inovadora” atesta Mary Parra, especialista em gestão e membro do Conselho de Administração da Activas, que atuou durante 20 anos como Diretora Executiva na América Latina, em empresas de grande porte, como a EY, uma das maiores auditorias e consultorias do mundo.

As principais ações da Activas nos últimos dois anos:

Além dessas ações já em andamento, a activas está comprometida com as metas de ESG até 2025, alinhadas com algumas ODS como:

* 100% de fornecedores participando do programa de Compliance

*Conteúdo de marca da Activas

A Activas recentemente deu mais um passo rumo ao seu objetivo de apostar em uma distribuição disruptiva. A companhia fechou parceria inédita com a empresa norte-americana Earth Renewable Technologies (ERT), que produz materiais biodegradáveis, excelente opção às embalagens plásticas, entre outros produtos.  A Activas terá a exclusividade no Brasil de comercialização de plásticos de base orgânica da ERT, feitos 100% a partir de materiais renováveis. A ERT tem forte presença nos EUA e Europa, pois oferece um produto não poluente e biodegradável, desde que seja colocado em ambiente compostável.

“Nossa solução única, que entrega propósito e sustentabilidade às marcas, somada a um mercado que se mostra aberto a serviços e produtos sustentáveis e pós-planeta, torna o Brasil um campo promissor para nossa atuação e a expectativa de nos tornarmos líderes no segmento de biopolímeros”, afirma Kim Gurtensten Fabri, Chief Executive Officer (CEO) da ERT. A escolha da Activas como parceira se deve, conforme Kim, ao comprometimento com a sustentabilidade e à política de compliance da distribuidora de plásticos, além de ter “uma equipe qualificada e ótima infraestrutura de distribuição”.

Kim Gurtensten Fabri, Chief Executive Officer (CEO) da ERT

A Activas tem hoje mais de 5.000 clientes/ano, espalhados por todo o país e faturou no ano passado cerca de R$ 700 milhões, resultado estável em relação a 2019, mesmo com crise provocada pela pandemia da Covid-19. “A nossa ideia, com a parceria, é ter disponível na prateleira mais uma opção sustentável aos clientes, além do polietileno verde, da Braskem (da qual a Activas é distribuidor oficial), à base de cana de açúcar, que já ofertamos”, afirma Laércio Gonçalves, CEO da distribuidora.

O biopolímero biodegradável da ERT, diz o CEO da Activas, cujo mercado ainda é quase inexplorado no Brasil, pode ser usado em todas as áreas atendidas pelo plástico normal, mas “neste primeiro momento vamos ofertar produtos descartáveis, embalagens de supermercados, filmes e monofilamentos para impressora 3D”. No caso dos descartáveis, um mercado no Brasil estimado em 226 mil toneladas de plásticos por ano, os biodegradáveis são ótima opção, diante da nova legislação de São Paulo, que proíbe o uso de talheres, talhares e copos plásticos não recicláveis ou biodegradável, por exemplo.

Segundo Kim, da ERT, a empresa escolheu o Brasil também em função da vocação agrícola do país e a abundância de matéria-prima renovável, como a bagaço de cana ou fibra de bambu e de coco e amido de milho, utilizados na produção do biopolímero composto.

A empresa norte-americana está construindo fábrica do produto em Curitiba, na qual está investindo US$ 5 milhões (cerca de R$ 27 milhões). “A partir de agosto, a fábrica estará produzindo cerca de 1 mil toneladas ao ano, com previsão de chegar a 30 mil até 2025”, diz o executivo. Nos EUA e na Europa, o mercado de plásticos biodegradáveis tem crescido cerca de 50% a cada cinco anos.

De acordo com Alexandre Pastro, da Activas, o acordo com a ERT vem sendo negociado há algum tempo. “Nas próximas semanas, já devemos ter os primeiros materiais biodegradáveis para entregar no mercado nacional”, afirma. “Vamos trabalhar em conjunto com a ERT para desenvolver um mercado nacional desse produto”, diz Alexandre.

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