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Paraná avança na logística reversa

13 de fevereiro de 2014
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Duas novas cidades paranaenses serão contempladas com a expansão do projeto da Central de Valorização de Materiais Recicláveis: Londrina e Maringá. Além dos municípios onde serão instaladas, as centrais atenderão mais 56 cidades da região, beneficiando uma população de aproximadamente 2,3 milhões de pessoas e gerando renda para os catadores associados ao projeto. Na região dos Campos Gerais, a CVMR de Carambeí, que alcança 700 mil pessoas ao atender 13 municípios, está em funcionamento desde dezembro de 2013.

O projeto da Central de Valorização de Materiais Recicláveis (CVMR) foi desenvolvido para apoiar e profissionalizar o processo de logística reversa das empresas de materiais plásticos paranaenses. “É uma oportunidade única oferecida àqueles que precisam se adequar à Política Nacional de Resíduos Sólidos”, ressalta a presidente do Sindicato da Indústria de Materiais Plásticos do Estado do Paraná (Simpep), Denise Dybas Dias.

O procurador de Justiça e coordenador do centro de apoio às promotorias de meio ambiente do Estado do Paraná, Saint Clair Honorato Santos, considera o papel exercido por entidades representativas, como o Simpep, fundamental para que a adesão do maior número de empresas geradoras de resíduos sólidos aconteça o quanto antes. “As centrais estão contribuindo para resolver questões ambientais e sociais, pois estão gerando renda para os catadores, agregando valor à matéria prima e estimulando o cumprimento da lei”, destaca. “Somente a CVMR de Pinhais, em 2013, processou e permitiu a destinação correta de 1,6 mil toneladas de resíduos sólidos. Com as novas centrais, esse número deve aumentar exponencialmente, evitando que milhares de toneladas de lixo reciclável sejam encaminhadas aos aterros sanitários”, prevê Denise.



O secretário de saneamento de Maringá, Alberto Abraão, acredita que o trabalho que vem sendo realizado por meio das CVMRs proporciona um “grande aprendizado para a integração de todos os setores da sociedade, pois nenhum segmento conseguiria realizar esta grande ação sem parcerias”, considera. A iniciativa da CVMR, pioneira no Brasil, surgiu da parceria entre o Ministério Público do Trabalho no Paraná, Ministério Público Estadual, Sindicato da Indústria de Materiais Plásticos do Estado do Paraná, Sindicato das Indústrias de Bebidas do Estado do Paraná, o Instituto Lixo e Cidadania e a Secretaria Estadual de Meio Ambiente. 


CVMR de Pinhais recebe usina de pet

Em dezembro de 2013, a CVMR de Pinhais incorporou ao seu parque de máquinas a usina de beneficiamento pet, que realiza a transformação de garrafas pet em flake, insumo utilizado nas indústrias dos setores plástico e têxtil. O equipamento tem a capacidade para produzir até 100 quilos de flake por hora. “A usina de pet melhora ainda mais as condições de trabalho dos catadores que atuam na CVMR, além de agilizar o processamento dos materiais. Com uma produção diária maior, a renda dos trabalhadores deve aumentar proporcionalmente”, expõe a presidente do Simpep.

(Fonte: Simpep)

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