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ALMACO: Retração da indústria prejudica os compósitos

24 de julho de 2014
https://www.braskem.com.br/imgreen/braskem-e-valoren
3º Prêmio de Inovação e Sustentabilidade PSPatrocinador Diamante
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O setor de materiais compósitos está sendo bastante afetado pela redução generalizada da atividade industrial no Brasil ao longo dos últimos meses, segundo avaliação da Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO). 

No segundo trimestre, o faturamento das empresas que fazem parte da cadeia produtiva desse tipo de plástico de alta performance caiu 13% em comparação ao resultado dos três meses anteriores, totalizando R$ 739 milhões. Em termos de volume de material processado, a queda foi de 8,8%, fechando em 49.000 toneladas. Frente a igual período do ano anterior, a retração foi menos vertiginosa: 8,4% e 6,5%, respectivamente. Os números são da Maxiquim, consultoria contratada pela ALMACO. “Os principais mercados consumidores de compósitos, a exemplo de transportes, construção civil e energia eólica, recuaram de forma significativa. Isso reduziu a confiança em fazer investimentos e, em decorrência, puxou para baixo a demanda”, afirma Gilmar Lima, presidente da ALMACO.

Entre julho e setembro, porém, a pesquisa da Maxiquim projeta uma melhora dos índices: salto de 8,5% no faturamento e de 7,7% no consumo de matérias-primas. “Trata-se de uma consequência normal da retomada do nível industrial e da necessidade que os diferentes segmentos de mercado têm de minimizar os efeitos desse desempenho negativo. Além disso, o governo deve ampliar os níveis de investimentos até dezembro, o que beneficiará a indústria como um todo”, comenta Lima.


De toda a forma, ele avalia, a performance ruim do segundo trimestre tende a afetar o resultado anual do setor de compósitos. “Devemos ter um crescimento muito baixo comparado com a média histórica do nosso mercado”. De acordo com a Maxiquim, as empresas representadas pela ALMACO vão faturar R$ 3,298 bilhões em 2014, alta de 1,5% – ano passado, por exemplo, o percentual de crescimento frente a 2012 foi de 8,9%. “Temos que reagir e reforçar os investimentos em divulgação, tecnologia, gestão e, principalmente, inovação, mas não nos limitando ao produto final. Em suma, precisamos de modelos de negócios diferenciados e orientados para nichos com grandes oportunidades”, completa o presidente da ALMACO.

Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro – os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química, bem como pela versatilidade. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de caixas d'água, tubos e pás eólicas a peças de barcos, ônibus e aviões. 

Para mais informações, acesse www.almaco.org.br

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