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Produto será usado por equipes de resgate, voluntários e famílias em abrigos, já que o abastecimento de água está comprometido, o que impede a higienização de utensílios

A Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC) encaminhou nesta quarta-feira (15) 2,2 milhões de copos plásticos ao Rio Grande do Sul, que desde o início do mês enfrenta o pior desastre climático da sua história e um dos mais devastadores já vistos no país, com estragos em 446 de seus 497 municípios e impacto na vida de pelo menos 2,1 milhões de moradores.

O envio busca ajudar equipes de resgate, forças de segurança, voluntários, trabalhadores, unidades de saúde, famílias em abrigos e milhares de pessoas em residências com abastecimento comprometido ou sem água para lavar louças.

Os copos são um complemento às doações de água potável vindas de todo o país, permitindo um consumo seguro do líquido do ponto de vista sanitário. Eles foram comprados de duas indústrias de Içara, a Cristalcopo e a Copaza. A Copaza aproveitou a oportunidade e enviou outros 500 mil copos.

O presidente da FIESC, Mario Cezar Aguiar, disse que a indústria de Santa Catarina está empenhada em ajudar as vítimas do desastre no Rio Grande do Sul. “Este é um momento de sermos solidários, de nos unirmos para suprir necessidades básicas e aliviar o sofrimento do povo gaúcho”, frisou.

Às 12h desta quarta, a Defesa Civil local registrava 149 mortes, 108 desaparecidos, 253 mil clientes sem energia elétrica, 136 mil famílias de 15 cidades sem água e 617 mil pessoas fora de casa (para se ter ideia, o contingente de desabrigados é 15% maior do que a população de Florianópolis).

AJUDA

O envio dos copos se soma a outras ações de ajuda postas em práticas desde o início do mês pela FIESC, que atua em sinergia com a Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), com a Confederação Nacional da Indústria e com o Departamento Nacional do SESI. Entre outras iniciativas, a FIESC fez uma doação em dinheiro, convidou colaboradores e parceiros a fazer doações por pix ao Banco de Alimentos do Rio Grande do Sul, ligado à FIERGS (a chave pix é CNPJ 04.580.781/0001-91). Na semana passada, somando ajuda de diversos parceiros, a entidade encaminhou 100 toneladas de alimentos às vítimas.

Na segunda (6), a FIESC abriu as instalações de SESI, SENAI e IEL em todas as regiões de Santa Catarina para concentrar doações de alimentos, roupas, material de limpeza e afins para serem enviadas, com apoio de parceiros, às vítimas das enchentes. No fim de semana, foram encaminhados, sobretudo, kits de higiene pessoal e roupas de cama.
 
Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina - FIESC
Gerência de Comunicação Institucional e Relações Públicas

Moises Weber, CEO da Plastiweber

A reciclagem brasileira está em risco. Em 2021, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que empresas de reciclagem de diferentes tipos de materiais, como plástico, vidro, metal e papel, passassem a usufruir do direito de crédito de PIS e Cofins na compra dos resíduos para reciclagem. A medida promoveu justiça tributária a um setor economicamente frágil, mas essencial dos pontos de vista ambiental e social. Este ano, porém, houve uma reviravolta. A pedido da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, o STF está reavaliando a decisão, o que pode gerar prejuízos sem precedentes aos recicladores e, por tabela, para o país. 

A reciclagem no Brasil é composta, majoritariamente, por empresas pequenas e médias, que lidam com obstáculos financeiros para competir com a forte indústria de materiais virgens. O setor sofre cronicamente com baixo retorno, falta de investimento e tributações injustas. A aprovação do benefício, em 2021, deu luz ao trabalho de recicladoras, que, como consequência, impactam na classe de catadores e cooperativas.  Com isso, o segmento passou a operar com mais dignidade e formalidade, iniciando um avanço lento, mas consistente.

Agora, o novo julgamento do STF, com previsão de retomada até maio, pode fazer com que a reciclagem não só perca o benefício, mas tenha que devolver todo o valor creditado a partir da decisão anterior. A devolução somaria mais de R$9 bilhões, o que resultaria em precarização e falência no setor. Seria um impacto gigantesco nos milhares de empregos gerados ao longo da cadeia, e, por tabela, a decisão afetaria os índices de reciclagem do Brasil, que hoje já estão em patamares preocupantes. 

O direito de crédito presumido de PIS e Cofins viabilizou, entre outras coisas, o pagamento de melhores preços nos resíduos de cooperativas, catadores e sucateiros, além da ampliação no volume de sucata comprada e processada. A consequência foi um aumento de renda para, aproximadamente, 1 milhão de catadores.

Um exemplo do efeito danoso está no caso do plástico. A matéria-prima é, ao mesmo tempo, um dos maiores desafios ambientais do país e uma solução hoje indispensável à economia. A reintegração do plástico na cadeia produtiva é crucial à transição para uma economia mais circular. O país precisa de um mercado da reciclagem vivo e pulsante.

A insegurança mantém o setor de mãos atadas, preso à infeliz regra de falta de valorização e incentivos. A sociedade precisa escolher um caminho: ou resolve o problema a partir da reciclagem, com apoio e tributações justas, ou todos seguiremos pagando o preço da contaminação por resíduos.

Não se trata de um problema apenas setorial, e sim de todos os brasileiros que consomem, diariamente, matérias-primas. A reciclagem é, antes de tudo, uma resposta correta aos desafios sociais, ambientais e econômicos do país. A sociedade precisa encará-la como solução. Afinal, o resíduo gerado é de todos nós. 

Desde o início da grande enchente que castiga o Rio Grande do Sul, a Abiquim coordena um Grupo de Trabalho que reúne produtores associados, a Anvisa, autoridades federais, estaduais e municipais, para enfrentar os desafios de acesso de oxigênio na área da saúde.

O GT tem feito reuniões diárias, em que são avaliadas as situações dos bloqueios nas estradas e dos estoques nos hospitais, de modo a auxiliar as empresas produtoras de gases medicinais a planejarem individualmente seus próximos passos.

O Rio Grande do Sul tem 397 hospitais, 497 municípios, e uma malha viária com mais de 17 mil quilômetros entre rodovias federais e estaduais, cenário que traz maior complexidade para as autoridades de saúde do estado, que vem contando com o suporte do time da Abiquim. 

"O caráter multifacetado do GT permite que se detecte riscos e se encontre soluções rapidamente, seja um caminho alternativo, a utilização de escolta ou o remanejamento de carga", declara André Passos Cordeiro, presidente-executivo da Abiquim. "É um grande desafio que não falte um cilindro de oxigênio em nenhum hospital, e temos tido sucesso. Neste sentido, nossa colaboração com a secretaria estadual de Saúde, bem como a polícia rodoviária e demais autoridades é de grande valor."

A entidade convida empresas fornecedoras e distribuidoras de gases hospitalares que ainda não fazem parte do GT a se juntarem ao grupo.

Guias Orientativos para o Manuseio e Transporte de Cilindros 

A Abiquim disponibiliza gratuitamente Guias Orientativos para o Manuseio e Transporte de Cilindros e também para o uso racional de Oxigênio para evitar o desperdício nas unidades de saúde. Estes guias podem ser baixados do site da entidade, clicando aqui.

Abiquim

Completando 60 anos em 2024, a Associação Brasileira da Indústria Química é uma entidade sem fins lucrativos que congrega indústrias químicas de grande, médio e pequeno portes, bem como prestadores de serviços ao setor químico nas áreas de logística, transporte, gerenciamento de resíduos e atendimento a emergências. A Associação realiza o acompanhamento estatístico do setor, promove estudos específicos sobre as atividades e produtos da indústria química, acompanha e contribui ativamente para as mudanças na legislação em prol da competitividade e desenvolvimento do setor e assessora as empresas associadas em assuntos econômicos, técnicos e de comércio exterior.  Ao longo dessas seis décadas de existência representando o setor químico, a Abiquim segue com voz ativa, dialogando com seus stakeholders e buscando soluções para que a indústria química brasileira faça o que vem fazendo de melhor: ser a indústria das indústrias.

Sobre a Indústria Química

Provedora de matérias-primas e soluções para diversos setores econômicos - agricultura, transporte, automobilístico, construção civil, saúde, higiene e até aeroespacial - a indústria química instalada no Brasil é a mais sustentável do mundo. Para cada tonelada de químicos produzida, ela emite de 5% a 51% menos CO2 em comparação a concorrentes internacionais, além de possuir uma matriz elétrica composta por 82,9% de fontes renováveis – no mundo, essa média é de 28,6%. Esta marca só foi possível graças a uma série de pesquisas, inovações e melhorias introduzidas pela química ao longo dos anos, paulatinamente, como a eletrificação de equipamentos e produção in loco de energia renovável, bem como a migração de fontes fósseis para insumos alternativos, como o etanol.

Profissional com mais de vinte anos de experiência no setor plástico, Braga vai gerir a rede de licenciadas Redecenter

A Redelease, tradicional distribuidora de especialidades químicas, acaba de fechar a contratação de Rodrigo Braga. Executivo com passagens por DuPont, Sabic e, nos últimos treze anos, pela fabricante de fibras de vidro Owens Corning, Braga assume de início a gestão comercial do Redecenter, rede de licenciadas da Redelease.

“A sua chegada marca o começo de um novo momento para a Redelease. Além de ser um profissional tarimbado e reconhecido internacionalmente pela sua competência, ele acumula uma enorme experiência na indústria de compósitos termofixos, nosso principal mercado de atuação”, comenta Roberto Iacovella, fundador da Redelease.

A primeira tarefa de Braga será ampliar o número de empresas que fazem parte do Redecenter. “Hoje, são 17 licenciadas em todo o Brasil, além de 13 revendas autônomas em processo de transição para o guarda-chuva do Redecenter, o que significa ter melhores condições de compra e acesso ao nosso suporte técnico e comercial”, explica Iacovella. Em três anos, ele estima que esse número deva ao menos dobrar com as estratégias desenvolvidas pelo novo gestor.

Também ficará a cargo de Braga a expansão do portfólio que cada licenciada distribui. Em média, são cerca de mil itens em estoque, sendo resinas poliéster e epóxi, reforços de fibras de vidro, desmoldantes e borrachas de silicone os produtos com maior giro.

“As unidades do Redecenter são o complemento offline do magnífico trabalho de educação online que a Redelease desenvolveu ao longo dos últimos anos”, observa Braga. Com quase 400 mil inscritos em seu canal no YouTube e 90 mil seguidores no Instagram, a Redelease produz desde meados de 2016 conteúdos do tipo faça-você-mesmo (DIY).

Braga salienta também que o modelo de negócio do Redecenter é único no mercado brasileiro de compósitos termofixos. “Baseia-se na estratégia da maior capilaridade e acessibilidade possíveis. Ou seja, estar presente em dezenas de cidades e acolher qualquer perfil de consumidor, do pequeno transformador de compósitos até pessoas que perderam o emprego e estão buscando uma nova atividade para gerar renda, ou mesmo quem deseja iniciar uma ocupação manual somente com fins terapêuticos”, ele detalha.

Engenheiro químico com MBA em gestão empresarial e pós-graduações nas áreas de ESG, finanças, petróleo, gás e biocombustíveis, Braga nasceu em São Bernardo do Campo (SP), é separado e tem dois filhos.

Sobre a Redelease

Fundada em 1990, a Redelease é uma das principais distribuidoras de especialidades químicas do Brasil. Com unidades em Barueri (matriz) e São Paulo, a Redelease comercializa diretamente produtos de empresas nacionais e multinacionais, bem como através da sua rede de licenciadas Redecenter. Também atua como fabricante de produtos anticorrosivos. É a empresa mais premiada do Top of Mind da Indústria de Compósitos, premiação organizada desde 2010 pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO). Para saber mais, acesse www.redelease.com.br.

O Grupo Krona deu mais um passo em seu processo de profissionalização da gestão e formalização da Governança Corporativa. Confira abaixo a nova estrutura que visa sustentar o crescimento do negócio nos próximos anos:

O Diretor Executivo Fernando Pedro de Oliveira assume a posição de Presidente do Grupo Krona, reportando-se ao Conselho de Administração, que passa a ser composto por Vilson Perin, Presidente; Thiago Borba, Vice-Presidente; os Conselheiros Acionistas, José Armecides Gonçalves e Valdicir Kortmann, além de um Conselheiro Independente, que está em contratação.

Essa movimentação reforça a jornada de fortalecimento do Grupo Krona, voltada para a integração dos negócios e busca por oportunidades para alavancar resultados ainda melhores.

Conheça o Grupo Krona: 

O Grupo Krona é uma empresa voltada para o Gerenciamento de Riscos de cargas e transportes logísticos, há mais de 25 anos no mercado.

A Associação Brasileira da Indústria do Plástico (ABIPLAST) participa da quarta Sessão do Comitê Intergovernamental de Negociação (INC-4), que será realizada em Ottawa, Canadá. No evento, a entidade contribuirá para as discussões internacionais acerca do Tratado Global de combate à Poluição Plástica, junto a um Grupo de Trabalho que reúne mais de 1.500 representantes de instituições e 165 Estados-Membros.

O foco da Associação durante a plenária é a elaboração de um texto claro e objetivo para a proposta final do tratado. "Há uma preocupação significativa da indústria em garantir definições precisas, a fim de evitar problemas futuros com interpretações incorretas ou incompletas," destaca Magaly Menezes, assessora de relações governamentais e comércio exterior, que representará a ABIPLAST no encontro.

A ABIPLAST aponta que o principal desafio no momento é alcançar um consenso sobre os temas em discussão, o que pode representar um entrave para a finalização do documento. "Alguns Estados-Membros têm posições firmes quanto à continuação da produção de plásticos, em contraste com outros países que defendem restrições a esses produtos", ressalta.

Consciente das externalidades negativas decorrentes da má gestão dos resíduos plásticos, a indústria do plástico tem assumido sua responsabilidade e colaborado com todos os envolvidos na cadeia de valor. No entanto, destaca a importância de uma abordagem sistêmica por países como o Brasil, com investimentos em gestão integrada de resíduos sólidos urbanos e valorização dos catadores de materiais recicláveis. Além da formulação de novas políticas públicas e decisões estratégicas, bem como a necessidade de uma governança adaptada às diversas realidades locais.

Sobre a ABIPLAST


A Associação Brasileira da Indústria do Plástico (ABIPLAST) representa o setor de transformados plásticos e reciclagem desde 1967, atuando para aumentar a competitividade da indústria. Para isso, realiza ações que promovem novas tecnologias, novos processos, pesquisa de produtos com foco na sustentabilidade, entre outras. Há anos, a concreta implementação da economia circular na cadeia produtiva está no topo das prioridades da ABIPLAST. A entidade, referência no tema, desenvolve juntamente com seus associados ações que preparem os setores para a atual realidade que se delineia, avançando em direção a resultados efetivos. A ABIPLAST representa atualmente cerca de 12,6 mil empresas que empregam cerca de 360 mil pessoas.

Para viabilizar o uso sustentável do plástico, coalizão com mais de 200 empresas pede ambição dos governos em tratado global da ONU

Organizadas na Coalizão Empresarial por um Tratado Global para os Plásticos, mais de 200 empresas e instituições financeiras estão pedindo aos governos que formalizem, ainda este ano, um tratado global para o uso sustentável do plástico com regras e medidas obrigatórias. O objetivo é impulsionar uma mudança em escala global na economia dos plásticos para que eles não se tornem resíduos e poluição. A motivação é a necessidade de regulamentos alinhados entre os países sobre redução, circulação e prevenção da poluição plástica para facilitar uma transição da indústria que seja eficaz e ocorra em larga escala. 

Desde dezembro de 2022, as nações vêm discutindo e desenvolvendo um Tratado Global da ONU para acabar com a poluição por plásticos, um desafio ambiental mundial cada vez mais urgente. De acordo com estudo da The Pew Charitable Trusts e SYSTEMIQ, se nada for feito, a quantidade de plástico entrando na economia até 2040 vai dobrar, o volume de plásticos indo para os oceanos vai triplicar e os estoques de plástico nos oceanos irão quadruplicar. Este dado vai ao encontro das descobertas do estudo "The New Plastics Economy: Rethinking the future of plastics", publicado em 2016 pela Fundação Ellen MacArthur, que apontou que em 2050 pode haver mais plásticos do que peixes no oceano.

"Nosso compromisso até 2030 é usar pelo menos 50% de material reciclado em nossas embalagens, com 25% do portfólio de bebidas sendo embalagens retornáveis, e coletar 100% das embalagens colocadas no mercado".

Isso faz parte do compromisso global por um "Mundo Sem Resíduos", lançado em 2018 pela Coca-Cola.

"Atualmente, estamos avançando com as embalagens retornáveis em toda a América Latina e outros marcos importantes nesse compromisso com a circularidade incluem a nova embalagem transparente de Sprite, que facilita a reciclagem; e a garrafa de água Crystal, que foi a primeira garrafa de água mineral PET feita exclusivamente de material PET reciclado. Essas iniciativas mostram que é possível avançar na agenda da economia circular", explica Victor Bicca, diretor de Relações Governamentais da Coca-Cola Brasil.

Com o objetivo de desenvolver recomendações políticas claras e coerentes para a formulação de um tratado ambicioso e eficaz, além de criar confiança na comunidade empresarial, foi lançada em setembro de 2022 a Coalizão Empresarial por um Tratado Global para os Plásticos. A coalizão é formada por empresas de toda a cadeia de valor do plástico, instituições financeiras e organizações não-governamentais (ONGs). Entre os participantes estão nomes como Coca-Cola, Unilever, Nestlé, Pepsico, 3M, Carrefour, Colgate-Palmolive, Decathlon, Danone, H&M Group, L'Oréal, Lego, Mars, Mondeléz, Starbucks, Ferrero, Walmart em aliança com WWF e Fundação Ellen MacArthur, organizações que atuam contra a poluição plástica.

Tratado ambicioso

A Coalizão Empresarial entende que o fim da poluição por plástico deve vir a partir de uma visão abrangente de economia circular para o setor. Essa visão consiste em: eliminar os itens plásticos que são problemáticos ou desnecessários, inovar para garantir que todos os plásticos necessários sejam reutilizáveis, recicláveis ou compostáveis e manter em circulação todos os plásticos que entram na economia. 

O grupo também enxerga um tratado legalmente vinculativo como a oportunidade mais importante para acelerar o progresso rumo a uma economia circular para o plástico. Para o grupo, esta é a chance de os governos desenvolverem um tratado ambicioso e eficaz, que fornecerá as condições necessárias para viabilizar investimentos em infraestrutura, inovação e habilidades para transacionar a essa nova economia dos plásticos.

Para a Coalizão, o tratado deve estabelecer medidas que acelerem a transição para uma economia circular para os plásticos e incluir mecanismos para que ela seja implementada. Além disso, deve considerar as condições locais, abranger macro e microplásticos e abordar todas as fontes e caminhos da poluição plástica no ambiente natural. 

Recomendações de políticas 

No Brasil, o foco do diálogo entre a Coalizão e o governo são políticas que eliminem os plásticos desnecessários, como os canudos, talheres e pratos descartáveis (exceto itens de plástico da área da saúde); que estimulem o design circular dos produtos, inclusive design para a reciclagem, e que viabilizam modelos de negócios baseados em reuso dos plásticos. Para apoiar as discussões globais sobre o texto do tratado, a Coalizão desenvolveu instruções de políticas para cinco aspectos técnicos das negociações: restrições e eliminação gradual, voltada à identificação dos plásticos problemáticos e evitáveis; políticas de reutilização; design de produtos; responsabilidade estendida do produtor; e, por fim, gestão de resíduos. A quarta sessão do Comitê de Negociação Intergovernamental que desenvolve o tratado sobre poluição plástica (INC-4) acontece nos dias 23 a 29 de abril, em Ottawa, Canadá e será precedia por consultas regionais que acontecerão em 21 de abril. 

Os representantes da Coalizão Empresarial no Brasil pedem que o governo nacional tenha um posicionamento ambicioso para essa rodada de negociações, visto que a relevância do país pode influenciar as discussões e impulsionar o tratado para que seja mais ambicioso.

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