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Maior fabricante de soluções de embalagens de EPS e uma das principais recicladoras do material no país, a Termotécnica tem uma demanda maior do que a atual produção para fornecimento do REPOR, matéria-prima desenvolvida pela companhia de origem proveniente de EPS pós-consumo reciclado. No entanto, a logística reversa do EPS - mais conhecido como isopor* -, para fazer chegar o material até as suas unidades de reciclagem ainda é um desafio. Para ampliar o volume de captação do EPS a ser reciclado, a Termotécnica iniciou uma parceria com a startup de soluções socioambientais A Riqueza dos Resíduos, de Curitiba (PR).

Com uma proposta inovadora de gestão e gerenciamento dos resíduos sólidos, a startup busca ser o elo da logística reversa de materiais recicláveis e realizar a inclusão sócio-produtiva de catadores e recicladores. Na parceria com a Termotécnica, a startup realiza o conceito de carga digital. Ou seja, os caminhões de coleta passam nesses locais de reciclagem em um roteiro pré-definido formando uma carga completa para ser entregue nas unidades da Termotécnica em São José dos Pinhais (PR) e em Joinville (SC).

Atualmente são 7 associações e cooperativas de recicladores que fazem parte da rede da startup da região metropolitana de Curitiba, mas a meta para atender a demanda da Termotécnica é aumentar esse número para cerca de 40 centros de triagem em todo o estado do Paraná. “Somos a conexão entre recicladores e as indústrias que compram os materiais pós-consumo, facilitando o acesso e otimização da rotina diária pela busca de recicláveis”, afirma a fundadora e CEO da startup, Tatiane Martins Soares.

De acordo com Albano Schmidt, presidente da Termotécnica, desde 2007 a empresa vem buscando ampliar a cobertura do seu Programa Reciclar EPS no país, com uma rede de parceiros como cooperativas e associações de recicladores, prefeituras, entre outras, de forma a reforçar a conscientização para a destinação correta, reciclagem e reintrodução do EPS pós-consumo na cadeia produtiva, realizando a economia circular na prática. “Sendo a única fonte de renda de recicladores autônomos e associações de catadores de baixa renda, com esse trabalho aumentamos a demanda, valorizamos e ampliamos os ganhos destas famílias”, afirma.

A startup A Riqueza dos Resíduos também está implantando ecopontos em escolas municipais de Curitiba, Pinhais, São José dos Pinhais e Colombo e fazendo um trabalho de capacitação de professores e equipe de limpeza e de conscientização dos alunos para a reciclagem do EPS. “Com isso, uma parte do valor que a Termotécnica paga pela compra das cargas recolhidas nas recicladoras é revertida para as Associações de Pais e Mestres destas escolas em forma de cashback. Esses recursos são reinvestidos em atividades de Educação Ambiental dos alunos”, conta Tatiane.

Tatiane, da startup A Riqueza dos Resíduos, em capacitação para reciclagem para alunos do Colégio Estadual Leôncio Correia - Bacacheri/Curitiba (PR).

Termotécnica é responsável por reciclagem de 1/3 do EPS pós-consumo no país

As embalagens em EPS estão cada vez mais presentes no dia a dia das pessoas e das empresas. O material é amplamente utilizado no acondicionamento, conservação, transporte e proteção de alimentos, medicamentos e vacinas, eletrodomésticos, peças diversas e itens frágeis. Por ser um tipo de plástico, ele pode ser 100% reciclado e virar novos produtos, evitando que essa matéria-prima vá para um aterro.

O Programa Reciclar EPS da Termotécnica tem conquistado reconhecimentos nacionais e internacionais pelos resultados consistentes ao longo de quase duas décadas. O mais recente foi o Prêmio Plástico Sul de Sustentabilidade & Inovação. A companhia também foi considerada uma das empresas mais sustentáveis do país no Guia Exame de Sustentabilidade e foi reconhecida no 26º Prêmio FIESP de Mérito Ambiental, com menção honrosa na categoria médias e grandes empresas, com o case “Reciclar EPS – da logística reversa a novos produtos”.

A Termotécnica tem uma trajetória pioneira em logística reversa e economia circular ao estruturar uma rede de parceiros e investir na reciclagem do EPS pós-consumo, transformando um material antes rejeitado nas coletas seletivas em um insumo reciclado valorizado no mercado. Antecipando-se à Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), desde 2007 a Termotécnica coleta, recicla e reintroduz o material pós-consumo no mercado.

Esta ação visionária é resultado de parcerias, pesquisa, dedicação, investimentos para a busca de soluções sustentáveis, que tem demonstrado para a sociedade que o EPS é 100% reciclável e deve ser reaproveitado. Ao quebrar paradigmas, além de reforçar seu compromisso ambiental, a empresa valoriza o insumo dando destinos mais nobres que o aterro, mantendo-o em seu mais alto nível de utilidade.

O Programa Reciclar EPS contempla serviços de logística reversa e reciclagem, ampliando o ciclo de vida dos materiais, evitando a exploração de novos recursos finitos e contribuindo para circularidade do material e preservação do meio ambiente. A reciclagem do EPS gera uma nova matéria-prima, denominada Repor® - marca de poliestireno reciclado da Termotécnica -, utilizado na fabricação de rodapés, molduras, solados de sapatos, decks para piscinas, entre outros produtos.

Essa prática de economia circular permeia a gestão integrada da Termotécnica, que começa no desenvolvimento do produto, e a cada ano vem se fortalecendo com o Programa Reciclar EPS. “Nossa abordagem ambiental traz a economia circular na prática. Inclui uma visão integrada desde a concepção de produtos, eficiência operacional, passando por logística reversa, reciclagem e indo até novas cadeias produtivas, fechando o ciclo da economia circular. Pensando na cadeia logística como um todo, o Programa Reciclar EPS atende às exigências por uma atuação responsável das empresas em termos de sustentabilidade”, afirma o presidente, Albano Schmidt.

O programa reciclar EPS é responsável pela reciclagem de 1/3 do EPS disponível no mercado. Em 2021, já são mais de 44 mil toneladas de EPS recicladas. Mais de 300 cooperativas no país são parceiras do programa, captando e selecionando EPS. Internamente, a empresa conta com cerca de 100 funcionários diretos atuando no reprocessamento deste material. Esse processo ajuda a gerar renda para aproximadamente 5.000 famílias.

Com este programa a Termotécnica agrega clientes, varejistas, concorrentes, fornecedores, importadores, cooperativas e consumidores para realizar de forma integral uma logística reversa das embalagens pós-consumo. Para divulgar o programa, a Termotécnica realiza ações de conscientização, como palestras e exposições em eventos, mantém o portal www.reciclareps.com.br informando pontos de coleta do material e desenvolve parcerias com cidades interessadas em reduzir o lixo em aterros.

Entre os desafios da Termotécnica para 2021/2022 em relação ao pilar Economia Circular na Prática descritos no seu Relatório de Sustentabilidade 2019/2020 estão:

· Desenvolver novas parcerias para aumentar a captação de EPS pós-consumo

· Continuar participando dos ambientes associativistas e de redes para a sustentabilidade

*Isopor é marca registrada de terceiro

Com o aumento do custo dos materiais de construção e menor poder aquisitivo das famílias, a escolha por sistemas construtivos em EPS (poliestireno expandido, também conhecido como 'isopor') pode ajudar a realizar o sonho da casa própria de muitos brasileiros. Segundo a CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção), há projeção de alta de 2% para o setor da construção civil em geral, caso haja expansão do PIB de 0,5% a 1%.

Ainda gerando curiosidade nas pessoas, as chamadas "casas de isopor", como são popularmente conhecidas, já estão presentes em todo o Brasil, como nas cidades de Caraguatatuba (SP), Engenheiro Coelho (SP), Ourinhos (SP), Paraguaçu Paulista (SP), Pirassununga (SP), São Carlos (SP), São Bernardo do Campo (SP), Vinhedo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Alfenas (MG), Cambuí (MG), Varginha (MG) e muitas outras.

"O projeto construído com o Monopainel é uma obra sustentável, sem desperdícios de materiais, como exemplo dos blocos quebrados durante a execução das instalações em obras convencionais. Além disso, proporciona redução aproximada de 30% nos custos finais da obra, sendo um terço mais rápida de se executar em comparação à alvenaria convencional. As peças em EPS podem ser utilizadas em todas as etapas da obra e são capazes de substituir 100% dos blocos ou tijolos", afirma Karen Peroni, Engenheira Civil do Grupo Isorecort.

Aplicável desde a etapa da fundação até a execução da estrutura com o uso do sistema construtivo em painel monolítico, o EPS também pode estar presente em ambientes internos e externos da edificação, desde escadas e telhas até lajotas, fechamentos de shaft, forros e molduras.

"O EPS é também um material leve e resistente, que consegue suportar, dependendo da densidade, mais de 40 toneladas por m² quando submetido à compressão. Por ser um excelente isolante térmico, ele permite que os ambientes permaneçam frescos e arejados", complementa a Engenheira.

Solução bastante utilizada nos Estados Unidos e em países europeus e asiáticos, as construções em EPS estão conquistando cada vez mais profissionais da construção civil do Brasil. O Grupo Isorecort, que é especialista neste sistema construtivo, treina construtores que atuam em projetos residenciais e comerciais em todo o país.

"O EPS oferece praticidade tanto em obras como em reformas e a manutenção em casos de vazamento na rede hidráulica é realizada de modo bem mais simples, rápido e prático. O material tem baixíssima absorção de umidade, evitando a proliferação de microrganismos e diminuindo o surgimento de infiltrações e o aparecimento de bolores, tão comuns nas casas de alvenaria", destaca Karen.

Fonte: Agência Comunicado

As pranchas utilizadas por importantes atletas do surf e do wakeboard que representam o Brasil nos campeonatos mundo afora são produzidas pela Pró-Ilha Surfboards, de São Francisco do Sul (SC). A empresa é a maior fabricante de pranchas para esportes aquáticos do país e a parceria com a Termotécnica vem desde 2015. De acordo com o presidente da Pró-Ilha, Josenir Breis Pereira, cerca de 50% das pranchas produzidas, tanto para sua marca própria como para marcas mundiais licenciadas, já têm em sua estrutura a matéria-prima fornecida pela Termotécnica.

Tanto para os surfistas que estão no topo do ranking quanto para amadores, as pranchas são customizadas pela Pró-Ilha de acordo com as características específicas de cada um. "Cada surfista tem uma prancha com um shape (formato) e um tipo de material que mais se adapta às suas características como atleta. Para cada surfista, seja de alta performance ou amadores, nós produzimos a prancha quase totalmente de forma artesanal, aliada com tecnologia de ponta ", diz Josenir.

Sobre a Pró-Ilha

Em maio de 1984, com o desejo de ter seu próprio negócio, Josenir Breis Pereira, Ni para todos, abriu uma loja chamada QT Surf, na Ilha de São Francisco do Sul (SC). Esse foi o início do que, dois anos mais tarde, juntamente com a fabricação de pranchas de surf, viria a se tornar a atual Pró-Ilha Surfboards. Hoje, após mais de 30 anos, a marca é reconhecida como uma das maiores fabricantes de pranchas do país, sendo referência de qualidade no setor.

Os seus mais de 900 m² de área são totalmente voltados para a fabricação de pranchas de surf e com capacidade de produzir até 500 pranchas por mês. Além da loja física com mais de 120 m², a Pró-Ilha apresenta um sistema e-commerce, onde conta com a linha completa de acessórios para surf e para outros esportes aquáticos com as melhores marcas do mercado nacional e internacional.

Sobre a Termotécnica

Detentora de mais de 100 marcas e patentes registradas desde a sua fundação, há 60 anos, a Termotécnica tem sido pioneira e protagonista no mercado de EPS no país, tendo a inovação e a sustentabilidade como seu propósito. Sua estratégia sustentável está consolidada nos pilares ESG (Environmental, Social and Governance) e suas ações são conectadas aos ODS (Objetivos do Desenvolvimento Sustentável) da ONU. Com matriz em Joinville (SC) e unidade de reciclagem no Distrito de Pirabeiraba, a Termotécnica possui também unidades produtivas e de reciclagem em Manaus (AM), Petrolina (PE), Rio Claro (SP) e São José dos Pinhais (PR).

Para dar uma destinação ambientalmente correta e sustentável ao EPS pós-consumo, desde 2007 a Termotécnica realiza o Programa Reciclar EPS, com logística reversa e reciclagem do material em todo o Brasil. Já são mais de 44 mil toneladas de EPS pós-consumo que ganharam um destino mais nobre – cerca de 1/3 de todo o material consumido no país. O Programa Reciclar EPS é de fato a economia circular na prática: após seu uso e reciclagem, o EPS é transformado novamente em matéria-prima para outras aplicações.

*isopor é marca registrada de terceiro.

A Termotécnica – maior transformadora de EPS da América Latina – completou 60 anos neste dia 29 de agosto, um marco que poucas empresas e organizações alcançam. Desde a sua fundação a companhia tem sido pioneira e protagonista no mercado de soluções de embalagens em EPS (popularmente conhecido como isopor*) no país e vem se reinventando atendendo às novas demandas dos clientes e dos consumidores. “Nesta trajetória desbravamos novos caminhos, novas soluções, migramos para outros mercados. Desenvolvemos soluções antes inexistentes, trabalhando em conjunto com os clientes para oferecer as melhores alternativas de proteção e para quebrar as barreiras logísticas de transporte e distribuição de produtos, sempre buscando novas aplicações para esse material tão versátil”, afirma o presidente da empresa, Albano Schmidt e presidente do Comitê Estratégico de Logística Reversa da FIESC.

Ao longo dessas seis décadas, a Termotécnica vem dando saltos de crescimento e são muitos os pontos de virada nesta trajetória de sucesso. O desenvolvimento de produtos com engenharia e ferramental próprios, foram os primeiros passos para alcançar a autonomia e conquistar reconhecimento como uma empresa de classe mundial. Nos anos 1970, a empresa deu início ao atendimento de clientes do varejo, com caixas térmicas para alimentos e bebidas. Nesta época, a companhia cresceu muito também nas aplicações de barreiras de calor, explorando a característica de isolamento térmico, desenvolvendo tecnologia e engenharia de projetos construtivos para grandes frigoríficos e câmaras frias.

Na década de 1980 passou a produzir a própria matéria-prima, com a fundação da planta Termocell, junto à matriz em Joinville (SC), o que credenciou a empresa a fazer parte do seleto grupo da indústria petroquímica. Com isso, a Termotécnica verticalizou sua produção, ganhando ainda mais autonomia nas operações. É em 1980 também a inauguração da filial em Manaus (AM) para atender de perto às necessidades de importantes clientes, principalmente da Linha Marrom (áudio e vídeo). Nos anos 1990 a Termotécnica introduziu o conceito shrink na Linha Branca (eletrodomésticos) no Brasil. Com esta solução a empresa promoveu uma verdadeira revolução neste segmento, mudando de forma definitiva o modelo de embalagem para refrigeradores, fortalecendo nossa liderança como empresa pioneira e inovadora.

Ainda em 1990, mostrando seu potencial de inovação, a empresa assinou o primeiro convênio com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e criou a sua própria área interna de Pesquisa e Desenvolvimento. Ao todo, são 97 patentes (desenho industrial, modelo de utilidade e invenções) e 19 marcas registradas. Por toda essa trajetória de inovação, recentemente a Termotécnica conquistou o Prêmio Inovação Catarinense “Professor Caspar Erich Stemmer”, na categoria Empresa Inovadora, concedido pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação de Santa Catarina (Fapesc).

Nos anos 2000, a Termotécnica investiu em novas expansões com a inauguração das unidades fabris em São José dos Pinhais (PR) e Rio Claro (SP) para atender principalmente o mercado de Linha Branca. E em 2012, inaugurou a unidade fabril em Petrolina (PE), voltada a soluções para o agronegócio com a marca DaColheita. A crescente demanda dos produtos do Vale do São Francisco possibilitou a expansão para a região Nordeste.

Ao longo de sua história, a Termotécnica também vem sendo reconhecida como uma das empresas mais sustentáveis do país, presente em quatro edições do Guia Exame de Sustentabilidade. Nos anos 2000 viabilizou, novamente de forma pioneira, as operações de logística reversa e reciclagem do EPS no país, antecipando-se em alguns anos à Política Nacional de Resíduos Sólidos. Com o programa Reciclar EPS a Termotécnica tem promovido uma mudança cultural no Brasil, buscando a conscientização coletiva de que o EPS é um plástico reciclável que precisa ser descartado de forma correta para ter seu ciclo de vida prolongado.

Em 13 anos, foram mais de 44 mil toneladas de EPS coletadas, recicladas e devolvidas ao mercado como material de alto valor agregado.  O Programa  Reciclar EPS contabiliza ainda cerca de 1.000 pontos de coleta do material em várias regiões do país e geração de emprego e renda para cerca de 5.000 famílias. Por esses resultados, a Termotécnica foi reconhecida em 2021 no 26º Prêmio FIESP de Mérito Ambiental, com menção honrosa na categoria médias e grandes empresas, com o case “Reciclar EPS – da logística reversa a novos produtos”.

Nos últimos dois anos, a Termotécnica ampliou o portfólio no agronegócio para tornar-se referência em soluções pós-colheita, conquistando o WorldStar 2019, um dos mais importantes prêmios mundiais do mercado de embalagens nas categorias Food e Save Food e internacionalizou o uso do EPS no transporte global das frutas brasileiras. Vem desenvolvendo novas soluções para valorizar produtos técnicos e atua fortemente na cadeia térmica, oferecendo soluções para o transporte seguro de vacinas. Também tem trabalhado junto aos clientes das linhas Branca, Marrom e Automotiva a ampliar seus canais de vendas por e-commerce, garantindo maior segurança dos produtos durante toda a logística de embalamento, armazenagem, transporte e entrega ao cliente final.

Tendo o “Ritmo da Inovação Empreendedora” como um dos pilares do mapa estratégico da companhia para alcançar os objetivos e metas, o propósito da Termotécnica é oferecer a melhor e mais eficiente solução para acondicionamento e proteção para os produtos de seus clientes. Sempre pensando de forma sustentável, em como realizar a economia circular na prática e diminuir a pegada ambiental em todos os processos. “Tecnologias como indústria 4.0, internet das coisas, rastreabilidade, manutenção da temperatura, função ativa para segurança sanitária e ampliação da validade dos produtos acondicionados, novas resinas e materiais de origem vegetal e biodegradáveis: o que o mundo, os mercados, clientes e consumidores quiserem, a Termotécnica vai estar à frente provendo essas soluções”, assegura seu presidente.

Exemplo mais recente disso é que, desde que se iniciou a pandemia por coronavírus, a Termotécnica vem desenvolvendo soluções inovadoras para o segmento fármaco. Em agosto de 2020 lançou a nanotecnologia do Safe Pack - EPS antiviral, para redução do risco e velocidade da contaminação por vírus. Também desenvolveu unidades conservadoras que podem ser aplicadas no transporte de vacinas em temperaturas extremamente baixas. 

Toda essa história foi possível, principalmente, pela forte cultura da Termotécnica de valorização das pessoas, sendo reconhecida por cinco vezes entre as “Melhores Empresas para se Trabalhar no Brasil”, da Revista Você S.A. “Posso dizer com muita convicção que hoje, ao completarmos 60 anos, estamos muito mais próximos da missão de ‘ser uma empresa de classe mundial, onde as pessoas tenham prazer e orgulho de trabalhar’. No entanto, o nosso espírito se mantém inquieto, perseguindo o novo, trazendo conceitos modernos de excelência em gestão, mas sempre traduzidos para o jeito Termotécnica de ser”, comemora Albano Schmidt.

*isopor é marca registrada de terceiro

As duas primeiras prensas, que serão usadas na preparação do EPS (conhecido pela marca comercial Isopor®) para a reciclagem, foram entregues pela Plastivida, Instituto Socioambiental dos Plásticos, por meio de seu Comitê de EPS, para duas associações de trabalhadores de materiais recicláveis da cidade de Florianópolis.

A Associação Sul Recicla e a Associação Amigos da Natureza receberam as prensas e vão formar fardos de EPS, que serão comercializados e reciclados. “Os equipamentos foram cedidos em regime de comodato, porém cumprida a meta de produtividade, os mesmos serão doados em caráter definitivo para as associações”, explica Ivam Michaltchuk, coordenador do Comitê de EPS da Plastivida. No total, o Programa contemplará a entrega de 10 prensas.

A ação faz parte do projeto "Recicle+EPS", desenvolvido pela Plastivida e lançado em março no município de Florianópolis, para ampliar a conscientização e o engajamento da população. Criado em sintonia com os conceitos de Economia Circular, o "Recicle+EPS" tem por objetivo tornar a cidade um modelo para o Brasil em reciclagem e educação ambiental para os plásticos, em especial o EPS.

Até o momento, o programa já implantou 11 pontos de entrega voluntária (PEVs), exclusivos para a coleta do EPS, em diversos pontos da cidade. O EPS é um material 100% reciclável e a A entrega das embalagens limpas e secas nos PEVs facilita o tratamento e melhora o preço de venda do material, gerando trabalho e renda aos integrantes de cooperativas de triagem.

O EPS reciclado é reutilizado para fabricação de réguas, rodapés, molduras, perfis decorativos e até placas para a construção civil. Ainda de acordo com Ivam Michaltchuk, Florianópolis tem potencial para coletar e reciclar em torno de 10 toneladas de Isopor® por mês na Grande Florianópolis.

Segundo o presidente da Plastivida, Miguel Bahiense, o resultado esperado desse trabalho é uma população mais consciente, o aumento na geração de emprego e renda para associações e cooperativas de catadores de materiais recicláveis e o aumento na vida útil dos aterros sanitários. “o objetivo maior é promover a transformação da relação entre a cidade, seus moradores e os plásticos, principalmente o EPS, tornando Florianópolis uma capital modelo no Brasil, no que tange às boas práticas de uso e destinação desse material”, afirma Bahiense.

O projeto "Recicle+EPS" é uma parceria entre o Comitê de EPS da Plastivida, Santa Luzia Molduras, Secretaria de Meio Ambiente da Prefeitura de Florianópolis e a Associação de Coletores de Materiais Recicláveis (ACMR).

PONTOS DE ENTREGA VOLUNTÁRIA (PEVS) PARA ISOPOR® (EPS) – FLORIANÓPOLIS/SC

Fonte: Assessoria Plastivida

 Segundo pesquisa da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), para suprir o déficit habitacional seria necessário construir 7,8 milhões de novas moradias no Brasil. Diante deste cenário, por conta das características de segurança e economia, o sistema construtivo de paredes feitas com painéis monolíticos de poliestireno expandido (EPS) pode contribuir para a mitigação do problema.

O EPS, popularmente conhecido como “isopor”, é um material que permite inúmeras utilizações, já sendo utilizado na construção civil em vários países europeus, Estados Unidos e Japão. Dependendo da densidade, o material é capaz de suportar mais de 40 toneladas por m2. Por isso, ele proporciona resistência surpreendente em comparação à alvenaria convencional, com conforto térmico e acústico.

“Este sistema construtivo proporciona um caminho alternativo para uma construção mais acessível a todos”, afirma André Santos, diretor-presidente do Grupo Isorecort, que acaba de lançar no Brasil um sistema inovador de construção com paredes inteiras feitas em Monopainel® (painel monolítico), compatível com qualquer tipo de projeto.

Segundo ele, o painel monolítico representa uma evolução na construção civil, não somente pelo conceito inovador, mas também por ocasionar uma redução de aproximadamente 30% nos custos finais da obra. “O sistema, cujas obras contam em sua maioria com fundação de lajes de concreto, é um terço mais rápido de se executar em comparação à alvenaria convencional. Além disso, tem baixíssima absorção de umidade e menor geração de entulho e resíduos”, afirma.

Projetos de construção civil com o Monopainel® estão sendo implementadas por construtores em cidades como Araraquara (SP), São Bernardo do Campo (SP), Cuiabá (MT), São Paulo (SP), Ubatuba (SP), Varginha (MG), Vinhedo (SP) e várias outras.

Grupo Isorecort é uma indústria especialista na fabricação de EPS para aplicações na construção civil e no segmento industrial. Por meio de seu departamento de desenvolvimento técnico, ela possibilita a produção de peças personalizadas de acordo com o projeto específico do cliente.

Todo o EPS produzido pela empresa é reciclável e isento de CFC. As sobras obtidas durante o processo de fabricação dos produtos são recolhidas e recicladas internamente. Além disso, a companhia possui um sistema de logística reversa junto aos seus clientes, cooperativas e parceiros.

Para compor os projetos de construção civil, além painel monolítico, o Grupo Isorecort fabrica painéis de Fechamento de Shaft®, molduras com revestimento para uso interno e externo, lajotas para confecção de lajes, placas para isolamento térmico, acústico e impermeabilização, núcleos para telhas termoacústicas e os blocos de EPS de alta densidade GeoSolution® (geofoam), aplicados principalmente na engenharia geotécnica para a substituição de solos moles e elevação/nivelamento de solo.

Mais informações podem ser encontradas em monopainel.com.br e isorecort.com.br.

A produção de frutas para o mercado externo seguiu firme em 2020 e alcançou a marca de mais de 1 milhão de toneladas exportadas, crescimento de 6% em relação ao ano anterior. O setor faturou 875 milhões de dólares, 3% a mais que em 2019. (Fonte: Agrostat, sistema de estatísticas do Mapa - Ministério da Agricultura). Com uma participação cada vez maior neste setor, a Termotécnica vem registrando aumento no fornecimento de conservadoras para exportações de frutas in natura como limão Tahiti, uva, manga e, mais recentemente, no início de 2021, também para o figo. Cargas aéreas de figos frescos estão sendo despachadas para Europa e para o Canadá nas conservadoras em EPS DaColheita.

Luis Christofoli, diretor Comercial da Adelpho Frutas, com sede em Valinhos (SP), responsável pela exportação de figos – uma fruta especialmente sensível e que requer um cuidado extra no seu embalamento e transporte –, aponta as vantagens das conservadoras em EPS DaColheita em relação a outros tipos de embalagens. “O que percebemos logo de início com o uso das conservadoras em EPS para acondicionamento dos figos é a aparência. As frutas parecem mais limpas e higienizadas. Outra vantagem você sente na câmera fria. A fruta resfria muito mais rápido do que nas embalagens de papelão o que se traduz em maior durabilidade e qualidade durante todo o armazenamento e transporte. Além disso, as conservadoras em EPS são mais leves. E com a cotação do dólar e os fretes aéreos nas alturas, essa característica garante maior economia para o importador”, atesta Christofoli.

Desenvolvendo soluções de conservadoras em EPS com a marca DaColheita (FarmFresh no mercado internacional), a Termotécnica tem trabalhado com produtores e traders parceiros para contribuir com a ampliação da participação das frutas brasileiras nos mercados externos. De acordo com o diretor Superintendente da Termotécnica, Nivaldo de Oliveira “a nossa solução de conservadoras em conjunto com os nossos pallets, ambos de EPS, proporcionam uma redução de até 70% no peso total das cargas em relação a outros tipos de embalagens, além de uma significativa economia no frete aéreo”.

Para atender mercados extremamente exigentes, como do Canadá e dos países europeus, os exportadores brasileiros estão priorizando a qualidade em relação à quantidade. Os produtores de frutas para exportação buscam cuidados com o pós-colheita além da excelência em todas as etapas de produção. As frutas premium tipo exportação exigem todo um cuidado, desde a seleção na hora da colheita até a sua exposição para o consumo. Nesse sentido a escolha da embalagem adequada é de extrema importância para manutenção térmica durante todo o processo e garantia de um produto de qualidade no PDV (ponto de venda).

Pensando nessa qualidade, da produção das frutas tipo exportação no campo até a mesa do consumidor, as soluções DaColheita têm sido um diferencial que agrega muito valor. Nivaldo de Oliveira reforça que “a embalagem é um veículo importante de posicionamento e de comunicação destes benefícios e agregação de valor. Toda a tecnologia de conservação e o design das nossas soluções em EPS DaColheita propiciam aos nossos clientes comunicar ao mercado esses diferenciais de qualidade das frutas brasileiras tipo exportação”.

Segurança sanitária

Com o aumento da preocupação com a segurança sanitária, cada vez mais também os consumidores dos países mais desenvolvidos querem os produtos prontos para consumo, evitando ao máximo a manipulação. “As nossas conservadoras têm esse apelo de limpeza, leveza, praticidade e design para exposição das frutas no PDV ou para entrega por delivery via e-commerce. Ou seja, as nossas conservadoras DaColheita performam em toda a cadeia: do embalamento da fruta, à facilidade e custo/benefício logístico de transporte e armazenamento, até o varejo e, finalmente, até a mesa dos consumidores”, afirma o diretor da Termotécnica.

Outra questão importante para atender ao mercado externo é a preocupação com a sustentabilidade. Questões como logística reversa das embalagens e diminuição do desperdício em toda a cadeia são cada vez mais importantes. Por isso, desde que iniciou o trabalho junto aos exportadores de frutas, a Termotécnica faz parte da Global Packaging Alliance, uma parceria global para a reciclagem de embalagens.

As soluções pós-colheita também contribuem para reduzir drasticamente as perdas por impactos mecânicos. Em 2019 a Termotécnica conquistou a premiação WorldStar, concedida pela WPO (World Packaging Organization), um dos mais importantes reconhecimentos do mercado de embalagens, nas categorias Food e Save Food. Com esse reconhecimento, a Termotécnica consolida-se como referência mundial em soluções pós-colheita contribuindo para que os chamados FFLVs (flores, frutas, legumes e verduras) brasileiros ganhem mais destaque nos mercados internacionais e combatendo o desperdício de alimentos.

Shelf-life

No que se refere a manutenção do shelf-life (frescor, aspecto visual e qualidade nutricional), as frutas desidratam menos, chegam à temperatura desejada mais rápido e mantêm o frio por mais tempo. Nesta verdadeira corrida contra o tempo, do produtor ao consumidor, as soluções pós-colheita da Termotécnica ampliam em até 30% o shelf-life das frutas mantendo suas propriedades nutricionais por mais tempo.

Testes de transporte e armazenamento de figos realizados com as conservadoras DaColheita concluíram que ela é a melhor opção no comparativo com caixas de papelão, conservando o frescor da fruta por muito mais tempo.

Desde a colheita até chegar à mesa do consumidor final, a fruta permanece mais fresca, nutritiva e saborosa. As conservadoras DaColheita reduzem a perda de vitaminas e da umidade das frutas, ampliando a sua resistência, além de não liberar resíduos e fungos nos alimentos. Sua estrutura diminui o risco de avarias durante a movimentação, absorvendo melhor os impactos e reduzindo a perda de carga por danos.

Certificados por testes em laboratórios europeus (AgroTropical e HDG), esses resultados conferem redução de perdas e desperdício de alimentos, o que torna a linha DaColheita sustentável e adequada para acondicionar as frutas da colheita até o consumidor, reduzir a absorção de impactos no transporte e melhorar a exposição no varejo. “Nossas soluções proporcionam ganhos efetivos e aumento da competitividade para os negócios de exportação de frutas. Pensando na cadeia logística como um todo é uma solução diferenciada e inovadora para este mercado”, reforça Nivaldo de Oliveira.

Termotécnica: inovação com sustentabilidade

Desde a sua fundação a Termotécnica, que completa 60 anos em 2021, tem sido pioneira e protagonista no mercado de soluções de embalagens em EPS no país e vem se reinventando atendendo as novas demandas dos clientes e dos consumidores.

Tendo a inovação e a sustentabilidade no seu DNA, a companhia é uma das maiores indústrias transformadoras de EPS da América Latina e uma das empresas mais sustentáveis do Brasil. O desenvolvimento sustentável está entre as prioridades da companhia, e suas ações são conectadas aos ODS (Objetivos do Desenvolvimento Sustentável) da ONU.

Com matriz em Joinville (SC) e unidade de reciclagem no Distrito de Pirabeiraba, a Termotécnica possui também unidades produtivas e de reciclagem em Manaus (AM), Petrolina (PE), Rio Claro (SP) e São José dos Pinhais (PR).

A Termotécnica atende grandes produtores das principais regiões do mercado de FFLVs (flores, frutas, legumes e verduras) do país com suas conservadoras DaColheita. A novidade é que agora os pequenos fruticultores da região do Vale do São Francisco poderão adquirir as conservadoras a pronta-entrega, em quantidades menores, direto da fábrica da Termotécnica em Petrolina (PE). “É uma forma de disponibilizarmos para todos os produtores a nossa tecnologia que amplia o shelf-life das frutas e que é muito utilizada por grandes exportadores de frutas do Brasil para os principais mercados mundiais”, afirma o Superintendente da empresa, Nivaldo Fernandes de Oliveira.

De acordo com Mirella Barbosa de Oliveira, gerente Comercial da Termotécnica Petrolina, há uma demanda de pequenos produtores da região para as soluções de conservadoras DaColheita. Estão sendo disponibilizados três modelos de conservadoras para pronta-entrega: de 2,5kg, que podem acondicionar caju, carambola, figo, romã e seringuela em bandejas; de 5kg, ideal para uvas em cumbucas de 500g; e de 8kg, muito usadas para uva e goiaba a granel. Foi destinado um canal de vendas específico para esses pedidos de quantidades menores via WhatsApp (87 9 9999 4756). Não há pedido mínimo e a retirada deve ser feita diretamente na fábrica.

Vantagens das conservadoras DaColheita em relação a outros tipos de embalagens

Nesta verdadeira corrida contra o tempo, do produtor ao consumidor, as soluções pós-colheita da Termotécnica ampliam em até 30% o shelf-life das frutas mantendo suas propriedades nutricionais por mais tempo. Com as conservadoras DaColheita fabricadas em EPS (mais conhecido como isopor® - marca registrada de terceiro), as frutas desidratam menos, chegam à temperatura desejada mais rápido e mantêm o frio por mais tempo o que garante seu frescor, aspecto visual e maior qualidade nutricional.

Certificados por testes em laboratórios europeus (AgroTropical e HDG), esses resultados conferem redução de perdas e desperdício de alimentos, o que torna a linha DaColheita sustentável e adequada para acondicionar as frutas da colheita até o consumidor, reduzir a absorção de impactos no transporte e melhorar a exposição no varejo. “O design diferenciado das nossas conservadoras também agrega valor visualmente nos pontos de venda e facilidades logísticas de movimentação e empilhamento, além de serem mais leves, o que garante diminuição no frete”, afirma Nivaldo de Oliveira.

Termotécnica: inovação com sustentabilidade

Uma das maiores indústrias transformadoras de EPS da América Latina e líder no mercado brasileiro deste segmento, a Termotécnica produz soluções de embalagens e componentes para o Agronegócio, Conservação, Construção Civil, Cadeia de Frio e Movimentação de Cargas. Com matriz em Joinville (SC) e unidade de reciclagem no Distrito de Pirabeiraba, a Termotécnica possui também unidades produtivas e de reciclagem em Manaus (AM), Petrolina (PE), Rio Claro (SP) e São José dos Pinhais (PR). Os investimentos na unidade de Petrolina, que está completando 10 anos, tiveram como foco atender os produtores de frutas do Vale do São Francisco com a marca DaColheita.

Detentora de 40 patentes de novas tecnologias, desde a sua fundação há 59 anos, a Termotécnica tem sido pioneira e protagonista no mercado de EPS no país, tendo a inovação e a sustentabilidade no seu DNA. É uma das empresas mais sustentáveis do Brasil de acordo com o Guia Exame 2019. O desenvolvimento sustentável está entre as prioridades da companhia, e suas ações são conectadas aos ODS (Objetivos do Desenvolvimento Sustentável) da ONU. Para dar uma destinação ambientalmente correta e sustentável ao EPS pós-consumo, desde 2007 a Termotécnica realiza o Programa Reciclar EPS, com logística reversa e reciclagem do material em todo o Brasil. Já são mais de 40 mil toneladas de EPS pós-consumo que ganharam um destino mais nobre – cerca de 1/3 de todo o material consumido no país. O Programa Reciclar EPS é de fato a economia circular na prática: após seu uso e reciclagem, o EPS é transformado novamente em matéria-prima para outras aplicações.

Imediatamente após a liberação emergencial da Anvisa para a vacina produzida pelo Instituto Butantan neste domingo, a operação logística para todos estados do país teve início. Para o transporte do primeiro lote da vacina CoronaVac estão sendo utilizadas 3 mil conservadoras em EPS de 130 litros da Termotécnica.  A companhia há muitos anos é a principal fornecedora para as campanhas de vacinação no Brasil, atendendo este mercado com unidades conservadoras (caixas) em EPS (isopor® - marca registrada de terceiro), para a distribuição de vacinas no país.

É parceira de vários operadores logísticos e desta forma está apta a fornecer também para a campanha de vacinação contra novo coronavírus. Especificamente para atender esta demanda do Ministério da Saúde, o operador logístico é a VTCLog, do grupo VoeTur, que já tinha este estoque de conservadoras da Termotécnica. Para as demais fases da campanha de vacinação e também para as outras vacinas que serão utilizadas a Termotécnica já está preparada para estas demandas em suas fábricas de Joinville (SC), Rio Claro (SP) e Manaus (AM), contribuindo para facilitar a logística destas entregas.

Safe Pack - EPS antiviral

Desde que se iniciou a pandemia do coronavírus, a Termotécnica vem desenvolvendo soluções inovadoras para atender ao mercado farmacêutico. Em agosto de 2020 lançou a nanotecnologia do Safe Pack - EPS antiviral, para redução do risco e velocidade da contaminação por vírus.

As unidades conservadoras em EPS que poderão ser aplicadas no transporte de vacinas em temperaturas extremamente baixas já passaram por testes de performance com resultados positivos. Especificamente para o acondicionamento de transporte para as vacinas contra a Covid-19, a Termotécnica desenvolveu uma solução de embalagem em EPS que, aliada a tecnologia do gelo seco, mantém temperaturas de -70ºC por até 30 horas, estando apta à atender a demanda de distribuição da vacina da Pfizer. Na mesma linha, as conservadoras para temperaturas de -20ºC com intuito de atender o transporte de vacinas da Moderna também passaram pelos testes que atestaram sua performance.

Todo o portfólio atual da companhia já é qualificado, junto a laboratórios credenciados, para o transporte de medicamentos nas temperaturas de 2ºC a 8ºC, mesma faixa de temperatura exigida para as vacinas CoronaVac.                    

“Em relação à prazos e volume de produção dependemos da disponibilização dessas informações pelo Ministério da Saúde, mas estamos em contato contínuo com nossos parceiros para planejar o atendimento de demandas futuras geradas pela programação das fases seguintes de vacinação”, afirma o presidente da Termotécnica, Albano Schmidt.

Termotécnica: inovação com sustentabilidade

Detentora de 40 patentes de novas tecnologias, desde a sua fundação há 59 anos, a Termotécnica tem sido pioneira e protagonista no mercado de EPS no país, tendo a inovação e a sustentabilidade no seu DNA. É uma das empresas mais sustentáveis do Brasil de acordo com o Guia Exame 2019. O desenvolvimento sustentável está entre as prioridades da companhia, e suas ações são conectadas aos ODS (Objetivos do Desenvolvimento Sustentável) da ONU. Com matriz em Joinville (SC) e unidade de reciclagem no Distrito de Pirabeiraba, a Termotécnica possui também unidades produtivas e de reciclagem em Manaus (AM), Petrolina (PE), Rio Claro (SP) e São José dos Pinhais (PR).

Para dar uma destinação ambientalmente correta e sustentável ao EPS pós-consumo, desde 2007 a Termotécnica realiza o Programa Reciclar EPS, com logística reversa e reciclagem do material em todo o Brasil. Já são mais de 40 mil toneladas de EPS pós-consumo que ganharam um destino mais nobre – cerca de 1/3 de todo o material consumido no país. O Programa Reciclar EPS é de fato a economia circular na prática: após seu uso e reciclagem, o EPS é transformado novamente em matéria-prima para outras aplicações.

Tendo a inovação empreendedora como um dos seus pilares estratégicos e atendendo às novas demandas do consumidor por biossegurança em tempos de pandemia por Covid-19, a Termotécnica mais uma vez se reinventa ao lançar o Safe Pack Antiviral e Antibacteriano. Com desenvolvimento 100% nacional, patenteado e inédito no mercado, o Safe Pack utiliza nanotecnologia para reduzir o tempo e a quantidade dos agentes virais e de bactérias nas embalagens em EPS produzidas pela companhia.

Saiba mais sobre o lançamento Safe Pack Antiviral e Antibacteriano em https://materiais.termotecnica.ind.br/safepack-eps-antiviral-antibacteriano  

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