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A Braskem, líder de mercado e pioneira na produção de biopolímeros em escala industrial, inaugura nesta terça-feira (2) o Cazoolo, o 1º Centro de Desenvolvimento de Embalagens para Economia Circular do Brasil.

Localizado na zona Oeste de São Paulo, o espaço, resultado de um investimento de R$ 20 milhões, será um hub de inovação que promoverá melhorias em toda a jornada de embalagens, desde a sua concepção até o pós-consumo. Clientes, brand owners, designers, startups e universidades poderão criar e cocriar projetos visando a completa circularidade e o menor impacto ambiental de seus produtos.

“O Cazoolo é o primeiro hub de inovação gratuito com foco no desenvolvimento de embalagens circulares do Brasil. A Braskem quer reunir todos os elos da cadeia produtiva a fim de reduzir impactos ambientais, potencializar inovações com tecnologia e criar soluções sustentáveis a partir do plástico”, afirma Yuri Tomina, líder do Cazoolo.

INFRA

O espaço de 450m² foi planejado para estimular a interatividade e criatividade com salas modulares, prateleiras que simulam gôndolas de supermercado e mini auditório para apresentações de projetos. O Cazoolo conta com seis impressoras 3D de última geração, além de equipamentos de impressão, corte laser, solda e termoformagem para a produção de protótipos em um curto espaço de tempo, acelerando o desenvolvimento dos projetos das marcas interessadas em estabelecer parcerias.

“Mais do que oferecer a infraestrutura do espaço para o desenvolvimento, aportamos uma equipe interdisciplinar altamente capacitada em sustentabilidade, design, metodologias ágeis, matérias e processos de produção. Em um dos programas que executamos, tendo o briefing definido, levamos de três a 5 dias para fazer o sprint de design e ter um ou dois conceitos de embalagens já prototipados”, explica Yuri.

Segundo o executivo, todos os projetos desenvolvidos no local terão como base conceitos de Design for Environment (DfE) e Análise de Ciclo de Vida (ACV), para criação de embalagens inovadoras e sustentáveis.

Imagem/Crédito: José Carniel

COMO FUNCIONA?

Profissionais e empresas de diversos portes e setores da economia poderão colaborar em projetos no Cazoolo, apresentando desafios que visam o cumprimento de compromissos com a circularidade de suas embalagens. A partir disso, o próprio ecossistema buscará as soluções, em um processo que valoriza a cocriação pelo desenvolvimento sustentável. O hub também dará apoio a clientes da Braskem que estão desenvolvendo novas aplicações de embalagens e que tenham uma visão direcionada à economia circular.

O hub já possui algumas soluções de embalagens desenvolvidas e disponíveis para o mercado, que contribuem para os desafios da economia circular, como o Stand Up Pouch, monomaterial desenvolvido em parceria com a Antilhas. A bisnaga monomaterial desenvolvida em parceria com a C-Pack. E a solução monomaterial em BOPP que substitui embalagem multicamada, desenvolvido em parceria com a Vitopel.

“O Cazoolo funciona para toda a cadeia de embalagens -- especialmente as que usam plástico em sua composição. Quem tiver uma ideia ou um desafio que vise reduzir o impacto para o planeta, estaremos aqui para ajudar”, adianta o executivo. “Temos um board técnico que avaliará caso a caso, seja pela originalidade, seja pela escala de impacto na economia circular, os projetos que serão executados no Cazoolo”, finaliza.

CUSTO ZERO

Neste primeiro ano de operação, não será cobrado nenhum valor para parcerias e projetos a serem desenvolvidos no Cazoolo. A ideia é justamente entender as demandas, prototipar soluções, testar as dinâmicas, definir caminhos e aprimorar a interação entre as partes envolvidas, evoluindo com os parceiros do setor.

O Cazoolo tem o propósito de também atrair startups, estimulando-as a trazerem tecnologias que elas próprias desenvolveram para que testem seu fit de mercado junto ao ecossistema do hub. Como a Braskem já possui um programa de aceleração de startups, o Braskem Labs, a expectativa é aproveitar parcerias com alguns de seus participantes, sempre tendo como foco o desenvolvimento de embalagens sustentáveis e o estímulo à economia circular.

Cazoolo - Centro de Desenvolvimento de Embalagens para Economia Circular da Braskem

Inauguração: 02 de agosto (terça-feira), 9h manhã.        

Endereço: STATE Innovation Center | Av. Manuel Bandeira, 360 - Vila Leopoldina


A empresa gaúcha Saif está comercializando seu mix de produtos de limpeza também na opção de refis econômicos. Conhecidas como sachês, essas embalagens permitem entregar ao consumidor puramente o conteúdo do produto -- seja ele um desengordurante para cozinhas, um limpador de box ou multiuso para banheiro, entre outros. Em casa, a pessoa faz a reposição na embalagem original e segue utilizando normalmente.
"Existe uma redução significativa, por exemplo, na quantidade de componentes plásticos que integram a embalagem original dos produtos, especialmente no caso daqueles que tem aplicação por mecanismo do tipo gatilho. Essas embalagens são muito resistentes, e seguem em perfeitas condições de uso, desde que para a mesma finalidade, mesmo quando o conteúdo do produto já tiver acabado. Por isso, optar pela compra do refil é uma escolha que tem sido cada vez mais frequente", explica Roni Kussler, sócio-diretor da Mackerduz, empresa que opera a marca Saif.
Na gôndola do supermercado, a economia pode chegar a 40% para o consumidor -- que adquire o produto da marca, com a qualidade diferenciada com a qual já está habituado a trabalhar, sem sentir o bolso pesar. Outro ganho -- igualmente importante -- é o exercício da responsabilidade ambiental. "Há menos consumo de matéria-prima e recursos naturais, bem como ocorre redução na geração de resíduos descartados. Com isso, vamos criando e fortalecendo a cultura do reaproveitamento de materiais, prática que só traz benefícios", diz o diretor.
Hoje, a Saif já oferece mais de 10 produtos na opção de refil econômico -- que podem ser encontrados nos supermercados, geralmente próximo às embalagens tradicionais. "É bem comum que ocorra, também, a compra combinada. O cliente adquire o produto com a embalagem original e já aproveita para levar, também, o refil daquele item. A comercialização desse tipo de kit é, inclusive, uma modalidade que temos ofertado ao mercado justamente como forma de incentivar as pessoas a adquirem esse hábito", comenta Kussler.
 

Leia na edição:

Clique aqui e confira na íntegra!

Uma reportagem publicada pela Revista Exame, de fevereiro de 2022, mostra que o e-commerce deve movimentar 500 bilhões de reais no Brasil até 2025, de acordo com o índice MCC-ENET, um estudo feito em parceria formada entre a Neotrust (antiga empresa Compre & Confie) e a camara-e.net.

Este é o primeiro indicador a fazer um acompanhamento do desempenho do comércio varejista online brasileiro, revelando ainda que o comércio eletrônico apresentou alta de 48,41% em 2021, na comparação com 2020.

E o mercado brasileiro de e-commerce deve aumentar 95% até 2025, chegando a um faturamento de US$ 79 bilhões, de acordo com o relatório The Global Payments Report 2022, divulgado pela FIS, líder global em tecnologia para serviços financeiros com foco em varejo e instituições bancárias, além de ser referência no mercado de pagamentos.

A previsão é de que o ritmo de crescimento seja o dobro do mercado mundial, para o qual a expectativa é de uma alta de 55,3%, atingindo mais de US$ 8 trilhões em valor de transações.

Um estudo completo da Cupom Válido, de abril de 2022, revela as preferências dos consumidores brasileiros nas compras pela internetNo início da pandemia, com o lockdown por todo o Brasil e a impossibilidade de comprar em lojas físicas, a única opção dos consumidores brasileiros era o canal de compras das lojas virtuais. Com isso, o e-commerce teve um aumento de 68% nas vendas.
 

A surpresa veio mesmo após a reabertura das lojas físicas, em que o volume de vendas online não caiu. Pelo contrário, a expectativa é de que neste ano elas tenham um aumento de 132% em comparação com o período pré-pandemia. É o que revela um estudo realizado pela plataforma CupomValido e Statista sobre o consumo online no Brasil.

Apesar do forte crescimento, as vendas online representam 9,6% do volume de vendas totais - o que mostra que as vendas pela internet possuem um potencial de crescer ainda mais nos próximos anos.

Uma informação que todos esses estudos não destacam é que, com o crescimento das vendas via e-commerce, aumenta também o uso de embalagens para melhor acondicionar os produtos comprados de modo a garantir sua integridade até sua chegada às mãos do consumidor.
 

Temos acompanhado as embalagens para acomodar este comércio intenso. Muitas opções têm surgido, como embalagens flexíveis multicamadas, e com preto intenso na parte interna que ajuda a ocultar o produto. Exemplo de e-commerce que migrou de caixas de papelão ondulado para as plásticas flexíveis são as de rede de farmácias e moda (vestuário).
 

A embalagem para e-commerce tem um papel fundamental de oferecer uma experiência única no momento da entrega do produto ao consumidor. Afinal, como diz um famoso ditado, a primeira impressão é a que fica.

Em uma experiência presencial, o consumidor compra com os olhos, por isso as embalagens têm papel fundamental na decisão do que vai para o seu carrinho. O atendimento dessa demanda pede a valorização dos sentidos: o tátil, com texturas e relevos; o visual, com formas e transparências; o olfativo, com aromas; o gustativo, com appetite appeal; e o auditivo, com sonoridade.

Do uso até o momento de descarte, o cliente passa bastante tempo com o produto e descobre se ele é fácil de abrir, se pode ser reutilizado, se tem rotulagem ambiental, que agregam pontos positivos na experiência de compra.

Quando o consumidor faz uma compra online, ele espera que o seu pedido seja entregue com segurança e eficiência. A principal função da embalagem, neste caso, é proteger o produto durante o transporte.

Quando a compra é feita online a embalagem pode impactar positivamente duas vezes: quando o consumidor se encanta, clica e fecha a compra; e depois no momento que ele recebe a “encomenda”, daí pode impressionar efetivamente.

A Cholocolat du Jour foi uma destas empresas que resolveram reforçar a sua marca por onde a embalagem passava, com mensagens atraentes e lúdicas surpreendem por onde passam e, ao abrir o consumidor fica encantado com o story telling impresso no interior da caixa. Experiência de “unboxing” inesquecível.

Outros exemplos de empresas (marcas) têm incrementado suas embalagens são Alpargatas e Divina Pharma com embalagens personalizadas e impressão interna com efeito-surpresa. A da Havaianas serve, inclusive, para guardar as sandálias para viagens, como uma gaveta.
 

A embalagem do perfume Pedra Preciosa manteve a parte externa em branco, o que, além de evitar roubos, cria um clima de suspense e mistério e depois uma experiência de unboxing especial ao encontrar mensagens e ilustrações impressas na parte interna, arrancando dos clientes um: “uau!”.
 

Abrir uma embalagem de um presente ou mesmo de uma encomenda feita por você mesmo pode ser uma experiência que ficará gravada na sua memória para sempre. Quem já recebeu um bilhetinho dentro da embalagem com uma frase simpática ou mesmo um brinde que complementa ou incrementa o produto, por exemplo, um mouse pad quando compra um mouse, ou um suporte de lap top quando compra o produto?
 

A Positivo fornecia uma embalagem em papelão ondulado que era uma maleta, de tal forma que você pudesse usar para transportar seu lap top bem protegido. A Swift tem uma embalagem especial para um kit-churrasco, também em formato de maleta que pode ser reutilizada para outros fins. A embalagem da Wine and Bites entrega um kit com aperitivos e vinho harmonizado numa embalagem com alças que facilita o transporte na horizontal, sem que os itens colidam.
 

A impressão digital permite hoje embalagens personalizadas. Podemos também utilizar tecnologias disponíveis como o QRCode e até mesmo inovar, incluindo a Realidade Aumentada (RA) que pode encantar e levar seus clientes a outras experiências incríveis.
 

Ainda encontramos muitas embalagens mal resolvidas, pouco otimizadas, que desperdiçam a oportunidade de surpreender seus consumidores. Espaço para os bons profissionais de embalagens sugerirem propostas de boas embalagens, que protejam, entreguem valor e surpreendam os consumidores no momento de abri-las.
 

Impossível deixar de falar da icônica marca Giuliana Flores que sempre se preocupou em proteger suas flores e sua marca, escolhendo boas e belas embalagens, tornando o momento de receber esses produtos tão mágico quanto se fossem entregues pessoalmente!
 

Embalagem melhor protege, encanta e faz o mundo melhor!

A Plastiweber, empresa gaúcha de soluções sustentáveis em plástico, recebeu, na quarta-feira (04), o prêmio WorldStar Award 2022, durante cerimônia realizada em Milão, na Itália. Promovida pela Organização Mundial de Embalagens (WPO, em inglês), a premiação é a mais importante do setor e destaca as melhores e mais inovadoras soluções no mercado. Sediada no município de Feliz, a Plastiweber foi escolhida dentre 440 projetos submetidos e analisados por 36 juízes internacionais, e o prêmio foi entregue ao diretor financeiro da empresa, Moisés Weber.

O reconhecimento, dado na categoria “Materiais e Componentes de Embalagens”, foi pela linha Naturecycle, que oferece a primeira embalagem reciclada 100% PCR para aplicações de alto desempenho. Entre os clientes que utilizam os filmes feitos de material pós-consumo, estão empresas como Ambev, Unilever, Nestlé, BRF, Pampili e Cia Canoinhas. São mais de 50 atores envolvidos no ecossistema de economia circular, como cooperativas, projetos socioambientais, brandowners e varejo, que viabilizam a logística reversa para beneficiar o plástico e reinseri-lo na cadeia produtiva.

Para Moisés Weber, o Rio Grande do Sul e o Brasil como um todo ganham visibilidade com uma premiação desse porte, validando o compromisso com soluções circulares e que resultam em amplos benefícios socioambientais:

– É uma imensa satisfação levar a inovação e qualidade gaúcha para o mundo, e representar o Brasil no maior prêmio do setor mundial de embalagens. O agradecimento vai para os colaboradores da Plastiweber e parceiros Naturecycle, que defendem a importância do plástico na transição para uma economia circular. Isso envolve não só a produção de embalagens recicladas de alta qualidade, mas também uma preocupação com a comunidade, com o impacto positivo que estamos causando junto ao mercado. Esperamos que essa premiação seja uma forma de incentivo para a indústria de reciclagem brasileira.

Em 2021, a Plastiweber reciclou um total de 367 milhões de embalagens plásticas, o equivalente a 8.600 toneladas de material, para mais de 50 clientes. Esse volume possibilitou a redução de emissão de 17 milhões de quilos de CO2, além de diminuir o consumo de mais de 10 mil litros de petróleo e de 26 milhões de quilowatts de energia elétrica. Foram gerados, ainda, 7.386 empregos diretos e indiretos em toda a cadeia.

No último ano, a empresa também se destacou nos seguintes prêmios: Plástico Sul de Inovação & Sustentabilidade, ganhando em duas categorias; Grandes Cases de Embalagem; e Prêmio ABRE da Embalagem Brasileira. A Plastiweber é a primeira recicladora das Américas a ser homologada com o certificado europeu EUCertPlast, que atesta a rastreabilidade e a qualidade do plástico reciclado produzido por recicladores ao redor do mundo. Além disso, carrega o selo nacional de plásticos reciclados SENAPLAS, que reconhece o trabalho efetuado conforme a Política Nacional dos Resíduos Sólidos.

A PepsiCo acaba de integrar a plataforma da Molécoola, uma iniciativa que incentiva a reciclagem com um programa de fidelidade ambiental. Por meio da parceria, consumidores(as) de produtos da PepsiCo como por exemplo CHEETOS®, LAYS'®, FANDANGOS® e RUFFLES®, poderão trocar cada embalagem vazia de snacks por 1.500 pontos no aplicativo ou site da Molécoola, que podem ser acumulados e trocados por benefícios, descontos e produtos diversos. Para isso, é preciso levar seu lixo reciclável até as diversas estações de coleta localizadas no estado de São Paulo, Espírito Santo e DF, para que tenha uma destinação correta.
 

Toda a linha de snacks da PepsiCo é produzida em embalagens de BOPP, filme plástico que mantém os alimentos frescos e crocantes e garantem a segurança alimentar. A partir da coleta feita pela Molécoola, todo o BOPP será destinado a um parceiro que garante a reciclagem desse material, muitas vezes descartado incorretamente, prejudicando o meio ambiente. Parte do BOPP coletado será também utilizado na produção de pallets plásticos, usados nas operações da PepsiCo, fechando o ciclo do material no meio ambiente.

"Queremos fomentar uma mudança na maneira como consumidores(as) interagem com as nossas embalagens, para oferecer nossa visão de um mundo onde o plástico nunca se torne lixo, especialmente o BOPP, um plástico que precisa de incentivo para que seja reciclado hoje no Brasil", afirmou Lívia FávaroGerente de Cidadania Corporativa da PepsiCo Brasil.
 

Como fazer parte desse ciclo positivo
 

Para participar, basta se cadastrar no site da Molécoola ou aplicativo para celular e reunir embalagens de snacks da PepsiCo, que possuem pontuação turbinada e valem 1.500 pontos cada. Em seguida, é só levá-las até um dos pontos de coleta da Molécoola. Assim, o(a) consumidor(as) descarta corretamente as embalagens e é recompensado(a) por isso, ganhando pontos que podem ser trocados por benefícios, descontos e produtos diversos. Todas as vantagens podem ser conferidas aqui.
 

"Parceiros como a PepsiCo fazem com que mais e mais pessoas possam conhecer e se juntar ao trabalho da Molécoola, que incentiva a reciclagem, a educação ambiental e também o empreendedorismo de pessoas da cadeia da reciclagem, como os(as) catadores(as)". Afirmou Rodrigo Jobim Roessler, fundador da Molécoola. As estações de coleta da Molécoola estão disponíveis em unidades dos mercados Extra, Pão de Açúcar, Makro, St. Marche, D'avó, COOP e lojas Leroy Merlin. Para ter acesso à lista completa dos locais acesse aqui.
 

Parceria é mais um passo da PepsiCo para a reciclagem e reutilização do plástico
 

A parceria com a Molécoola é uma iniciativa do programa "Reciclagem com Propósito" da PepsiCo, que integra a recente transformação de ponta a ponta da companhia, PepsiCo Positive"Sabemos que o descarte incorreto do plástico é uma questão urgente, não só no Brasil como no mundo todo, e buscamos desenvolver maneiras para alavancar a sua reciclagem e também impulsionar a educação ambiental dos(as) nossos(as) consumidores(as). Sabemos da nossa responsabilidade como indústria, mas também acreditamos que unindo forças e formando novos agentes de transformação teremos a mudança que buscamos de forma mais rápida e eficiente", completou Lívia.
 

Para reforçar seu compromisso em contribuir com a cadeia do plástico de ponta a ponta, a PepsiCo desenvolve alternativas criativas para a reciclagem do BOPP, como por exemplo, a criação de um protótipo de carroceria sustentável de caminhão baú feita a partir das embalagens de snacks - um projeto pioneiro e com potencial de ganhar larga escala na frota PepsiCo no Brasil. Apenas com essa iniciativa a companhia pretende reciclar cerca de 5 toneladas de plástico BOPP em um ano. Já, por meio de parceria com a Fábrica de Ideias, a empresa transforma embalagens de snacks em displays para a exposição de produtos que são usados em pontos de vendas e já reutilizou mais de 400 toneladas de plástico.
 

Buscando também a co criação e gerar novas ideias e ações, a PepsiCo promove, há 12 anos, em conjunto com a The Young Americas Business Trust (YABT) e a Organização dos Estados Americanos (OEA), o programa Eco-Desafio, que apoia propostas inovadoras de empreendedores da América Latina e Caribe a fim de reduzir, reciclar e reinventar o uso de plástico. O programa está com inscrições abertas e os(as) interessados(as) podem se inscrever até 28 de fevereiro aqui.
 

A PepsiCo tem como meta reduzir o uso de plástico virgem em 50% de seu portfólio global de alimentos e bebidas até 2030, usando 50% de conteúdo reciclado em suas embalagens de plástico.
 

Especial - Tecnologias em injetoras para o mercado do plástico

Destaque - Polo Plástico de Santa Catarina

Tendências & Mercados - Avanço em inovações impulsionam demanda por embalagens plásticas na indústria alimentícia

Clique aqui e leia a edição na íntegra

O grupo Pierre Fabre, uma das principais empresas farmacêuticas e de dermocosméticos do mundo, em parceria com a BASF, está lançando um novo desafio para startups em busca de soluções para produtos cosméticos com tecnologia de limpeza a seco. A nova jornada está sendo lançada por meio da Central de Startups do onono - Centro de Experiências Científicas e Digitais da BASF, e é voltada a startups especializadas em inovação de produto, dermocosméticos e soluções sustentáveis de embalagens.

A proposta é transformar a experiência de uso de shampoo a seco, não só para as tecnologias cosméticas, como também em embalagens, seguindo alguns critérios considerados no desafio, como o uso de ingredientes naturais e redução de impacto ambiental. A perspectiva é encontrar soluções inovadoras e sustentáveis que consigam apresentar um conceito viável para o produto. As startups com as melhores propostas poderão desenvolver um projeto piloto e se tornar parceiras ou fornecedoras da Pierre Fabre.

Para se inscrever e saber mais detalhes sobre o desafio proposto é preciso fazer a inscrição até o próximo dia 16/07, no link https://acontece.onono.com.br/desafio-ecommerce_pierre. Há o pedido de que o pitch de apresentação das startups seja preferencialmente em inglês, mas é possível indicar com antecedência se for usar outro idioma.

Por Alexandre Pierantoni

A pandemia de Covid-19 afetou globalmente todas as indústrias e cadeias de negócios, obrigando diversas delas se reinventarem. Mas alguns setores tiveram recuperação rápida, apresentando crescimento acima do esperado em contexto anterior à pandemia. O segmento de embalagens, globalmente, é um deles. No Brasil, onde o setor chega ao todo a movimentar próximos R$ 100 bilhões ao ano, algumas empresas registraram crescimentos acima de 25% em 2020.

O setor de embalagens foi positivamente impactado pelas mudanças nas cadeias logísticas e necessidades de (e formas de) consumo da população mundial. No Brasil, calcula-se que o e-commerce cresceu mais de 40%, e o impacto na indústria de embalagens foi imediato. As operações de delivery, incluindo todos tipos de produtos – de alimentos a bens de consumo, duráveis ou não; da alimentação que anteriormente era consumida “fora de casa” – em restaurantes, por exemplo, que passaram ao sistema delivery ou drive thru; de compras de supermercados que passaram a ser entregues, necessitando de embalagens.

Há desafios. A cadeia de suprimentos das matérias primas de embalagens também sofreu seriamente com rupturas, variações e disponibilidades de commodities. Diversas indústrias sofreram um movimento parecido com uma montanha-russa, envolvendo volumes, preços e custos (e no Brasil afetado não somente pela variação dos preços dos commodities, mas também por variações cambiais), que começaram a se equilibrar ao final do segundo semestre de 2020 (ai então permitindo recuperação e busca de reequilíbrio de margens).

Em 2020 verificamos, globalmente, cerca de 200 transações no setor de embalagens, movimentando mais de US$ 7 bilhões. No Brasil ainda temos um setor com diversas empresas de perfil familiar e bastante propenso a consolidações. A atratividade é grande, seja pelas oportunidades de combinação de negócios, alavancando operacionalmente as operações, mas também pela complementação de produtos e áreas de atuação. Investidores financeiros, embora minoria de participação nas transações no setor, continuam analisando oportunidades. Há uma tendência global de atenção a questões de Environmental, Social & Governance - ESG no segmento (Environmental em destaque por questões de formas e controle de retorno ou descarte, tempo de decomposição/ degradação, materiais substitutos e naturais; Social & Governance por crescente questões de regulação, comunicação e certificações de qualidade e preservação).

O Brasil já é palco de operações de todos os grandes players mundiais. E continua alvo de atenção e de oportunidades. A demanda brasileira é significativa e está em expansão. Investidores estratégicos globais e financeiros (fundos de investimento, tipo private equity) estão com operações bastante ativas no Brasil. A lista é longa e, dentre diversos outros e de diversos tamanhos delas, podemos mencionar as operações no Brasil da Berry Corporation, da Ardagh Group, da Marubeni (que adquiriu a Santher em fevereiro de 2020 por R$ mais de R$ 2,3 bilhões), da Klabin (que adquiriu as operações da International Paper em março de 2020 por cerca de R$ 350 milhões), da Klingele Paper & Packaging (comprou unidade da Klabin em 2020 em operação de aproximadamente R$ 200 milhões), da CCL Industries, da Amcor/ Bemis (em 2018 a Amcor adquire globalmente a Bemis  por US$ 5,6 bilhões), da Gualapack, da Sonoco, da Avery Dennison, da Logoplaste (que teve 60% de seu capital vendido ao Ontario Teachers’ Pension Plan Board - OTPP, por US$ 1,4 bilhão em fevereiro de 2021  -anteriormente a Logoplast era investimento do fundo americano Carlyle), e financeiros, como por exemplo, as operações da CCRR (empresa do portfólio de investimentos do banco BTG). E há novos investimentos green field, como por exemplo da Klabin que tem investimentos estimados em cerca de R$ 10 bilhões em nova fábrica no Paraná.

Mas ainda há relevantes players mundiais que não estão no Brasil e buscam se posicionar – ou mesmo aqueles que estão querem se fortalecer. E sim, a lista de empresas brasileiras de perfil familiar que poderiam se alavancar e maximizar os valores e perspectivas com uma operação é maior. É uma questão de momento, oportunidade e posicionamento.

Além de mandatos em outros setores, a Duff & Phelps, A Kroll Business tem dedicação específica ao setor de embalagens, com mandatos ativos assessorando compradores e vendedores em operações no Brasil e no exterior. Recentemente a Duff & Phelps assessorou, com uma avaliação e emissão de Fairness Opinion de valor da operação, o board da Gores Holdings V uma Special Purpose Company (SPAC*) em sua transação com a Ardagh Group S.A., na combinação dos negócios de embalagens de metal (Ardagh Metal Packaging S.A.). A operação (anterior Ball Corporation) é líder global em embalagens de metal para refrigerantes e bebidas alcóolicas, com operações nos EUA, Europa e 3 plantas no Brasil, gera receitas de US$ 3.5 bilhões e foi avaliada em US$ 8.5 bilhões (aproximadamente 10.5x o EBITDA projetado para 2022).

Por fim, há de se destacar que o panorama macro é fundamental para essa visão positiva. O ano de 2021 já registrou um primeiro trimestre com recorde de atividades de Fusões e Aquisições (sigla M&A, em inglês). Foram anunciadas 363 transações, o que representa um crescimento de 71% em relação ao mesmo período de 2020.

As atividades de M&A devem bater novo recorde em 2021 e atingir um patamar recorde histórico de mais de 1.300 operações (em 2020 foram cerca de 1.100 operações), com crescimento de cerca de 20% em relação a 2020. Os setores que se destacam continuam sendo os de Tecnologia, Alimentos e Bebidas e Instituições Financeiras. Tecnologia é um direcionador de transações para todos os setores – financeiro, agronegócios, varejo, e logística, embalagens, dentre outros.

Mesmo assim, é impossível não considerar, no cenário macro, que, mesmo com alguns recentes avanços, a aguardada agenda de reformas e privatizações custa a sair do papel.  Os acordos políticos, amargos de compreensão, mas necessários, são críticos para implementação de políticas de crescimento e ajustes de agenda e responsabilidade fiscal.

Sem direcionamentos e respostas urgentes para questões de cunho fiscal, tributário, ambiental, econômico, social – que inclui a questão de saúde e de atenção ao tratamento da pandemia, dificilmente essa perspectiva se sustenta. Precisamos de uma liderança que consiga coordenar e estimular uma agenda positiva.

Alexandre Pierantoni é Head de Corporate Finance no Brasil da Duff & Phelps, A Kroll Business.

Terphane (www.terphane.com), líder em filmes PET (poliéster) na América Latina e um importante player mundial, reafirmou sua posição de vanguarda na circularidade das embalagens de poliéster (PET) e anunciou que em 2021 já utilizou mais de 800 toneladas de resinas PET PCR (recicladas pós consumo), grau alimentício, na produção de filmes da linha Ecophane. Em outras palavras: por este processo de circularidade foi reciclado o equivalente a 11 milhões de garrafas PET de 1 litro descartadas após o consumo.

“Os números demonstram claramente que a Terphane realmente está cumprindo seu compromisso com a circularidade das embalagens, assumido deste que lançou a linha de filmes PET sustentáveis Ecophane, em 2019”, celebra André Gani, Diretor de Vendas & Marketing da empresa.

A linha Ecophane já nasceu alinhada à uma demanda crescente do mercado global por filmes que garantam a produção de embalagens recicláveis e com conteúdo reciclado. No Brasil, o poliéster é a única resina que, após reciclada, pode ser usada na produção de novas embalagens, inclusive para contato com alimentos.

“Estes filmes são o resultado de extensivas pesquisas e muita tecnologia de ponta. Conseguimos criar um filme PET com no mínimo 30% de PCR (PET reciclado pós consumo) em sua composição”, completa Gani. Esta expertise tecnológica resultou em mais de 10 tipos de filmes da linha Ecophane, disponíveis para as mais diversas aplicações.

A linha Ecophane é composta ainda por filmes biodegradáveis cuja decomposição ocorre em aterros sanitários, transformando-se em um fertilizante natural. O filme se degrada completamente num período médio de 04 anos, sempre em condições anaeróbicas. O material já foi aprovado para contato com alimentos e foi desenvolvido de acordo com a norma ASTM D5511 (norma de teste de avaliação da biodegradação em aterro sanitário). Os aditivos utilizados no Ecophane biodegradável são 100% orgânicos, compostos por matérias-primas não tóxicas, e a propriedade de biodegradabilidade está ligada à estrutura química do polímero.

André Gani completa: “O desenvolvimento da linha Ecophane não vai ao encontro apenas das métricas de sustentabilidade estabelecidas pela Terphane, mas atende a uma busca dos brand owners que querem associar suas marcas e produtos a embalagens cada vez mais sustentáveis.” A Terphane estabeleceu como prioridades em sua jornada de sustentabilidade, ações ambientalmente, socialmente e economicamente positivas em suas plantas, produtos, comunidade e no apoio à circularidade.

Fonte: Assessoria/Liliam Benzi

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